segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A CASA DO FUTURO FEITA DE LIXO

Há cerca de 15 anos, o administrador de empresas Luiz Badejo transformou o quintal de casa em laboratório de experimentos em busca da combinação perfeita entre diferentes materiais para sua invenção. Neste período, quando não estava no escritório, em seu trabalho “normal” como administrador, Badejo podia ser encontrado em feiras-livres do Rio de Janeiro recolhendo restos de vegetais, principalmente alface e agrião, que sobravam no final da lida sob as barracas, ou em aterros sanitários, lixões e estações de tratamento de esgoto atrás de tudo aquilo que o homem produz e que ainda não conseguiu dar uma destinação mais útil do que a simples deposição – seja ela tratada ou não.Do quintal de casa, Badejo passou para os laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro e, após anos de estudos, teve seu momento de Eureka. Ele é o inventor de um tijolo totalmente ecológico, que congrega as qualidades do tijolo produzido sem queima e ainda por cima resolve um dos maiores problemas de grandes e pequenas cidades: a destinação de seus resíduos sólidos.A história de Luiz Badejo não tem nada de amadora. O trabalho com resíduos foi monitorado desde o início por seu pai, químico de profissão, e depois por pesquisadores da UFRJ, durante seu mestrado em Tecnologia, com ênfase em processos de engenharia, quando trabalhou com reciclagem de resíduos no aterro de Gramacho (Duque de Caxias – RJ). Depois, o auxílio dos professores do Instituto Militar de Engenharia (IME), durante o doutorado em Ciências dos Materiais – que teve de parar por um tempo, por problemas de saúde – o ajudaram a produzir tijolos realmente ecológicos. “Acredito firmemente na necessidade de mitigar os efeitos perniciosos que os armazenamentos de resíduos provocam em nosso ambiente. E não deixa de ser um trabalho de administração e gestão”, diz.Badejo explica que a chave para transformar alface, agrião, lixo velho, produtos de compostagem, cinzas de incineradores e lodo de estações de tratamento em tijolos para construção está na estabilização dos materiais. “Esta estabilização é que o grande feito, se assim se pode dizer. O que a literatura de engenharia afirma é a impossibilidade de misturas de materiais orgânicos com cimentos, pois estes não endureceriam, a não ser que fossem gastos volumes economicamente inviáveis de cimento para superar os efeitos nocivos que os materiais orgânicos produzem na mistura”, diz.Contrariando o que a literatura até então pregava, de que a mistura com cimento poderia conter no máximo 5% de orgânicos, Badejo chegou a uma fórmula que utiliza, no mínimo, 28% desse tipo de material. Em seus experimentos, ele já utilizou até 60% de orgânicos em relação ao peso total do artefato, utilizando somente 10% de cimento. “Este é o mesmo percentual que se usa para tijolos de solo-cimento, os tijolos ditos ecológicos. É uma mistura bastante econômica e plenamente viável do ponto de vista financeiro”. Para chegar a esse resultado, o administrador partiu do pressuposto de que, sob o olhar da mecânica dos solos, o material residual tratado ou os vegetais descartados apresentam características similares aos solos que hoje podem ser utilizados na fabricação de tijolos e outros artefatos para a construção civil.

Do que são feitos os tijolos
1- resto de inceneração de lixo doméstico 2- restos de tijolo normal
3- feito com lodo de tratamento de esgoto 4 - Compostagem e entulhos

Desde 1999, quando começou a trabalhar com isso, Badejo conta que tem obtido respostas positivas. A mistura inicial, feita majoritariamente com restos de vegetais, no entanto, ficava muito dispendiosa. Em 2005, ele começou a obter os resultados que tem hoje, que são tijolos constituídos por 50% de resíduos orgânicos (em relação o volume total da peça) e 50% de solo, misturados com 10% de cimento. “Em 2009 consegui as melhores misturas, as mais econômicas e com melhores desempenhos. Mas esta situação não pára, pois há sempre a expectativa e esforços para melhorar. Neste momento, para melhorar, é só ter em mãos os equipamentos que preciso e que já existem no mercado, então é só uma questão de investimento”. Todos os tipos de tijolos produzidos pelo administrador estão dentro das normas da ABNT e passaram por rigorosos testes para descartar a possibilidade de contaminação.Durante estes anos de trabalho com o tijolo 100% ecológico, várias instituições já procuraram Badejo para que ele tentasse resolver seus problemas de destinação dos resíduos - como a Usina Verde, uma empresa incineradora de resíduos domésticos que queria dar um fim mais útil para as cinzas produzidas -, além de estudantes e pessoas querendo comprar a invenção. Mas os maiores interessados, segundo Badejo, continuam calados. “Lixo é uma responsabilidade do governo municipal, por força de lei. Assim, seria inevitável a participação deste poder pelo menos em alguma instância”, defende. Badejo conta que já recebeu um convite para a montagem de uma fábrica de tijolos dentro da Usina de Compostagem da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) do Rio de Janeiro. O problema é que o investimento em maquinário não será oferecido pela empresa, o que torna a iniciativa inviável para o administrador. “Seria muito bom, pois teríamos uma das matérias-primas no local, a mão-de-obra viria de cooperativas populares que também já trabalham no local, e seria excelente para se fomentar um novo ciclo para os resíduos municipais, gerando mais empregos, mais renda, construções mais baratas e menos lixos para serem armazenados e que posteriormente contaminariam solos, águas, e atmosfera.”

Fonte: Portal O Eco

UFOPA será indutora do desenvolvimento sustentável

O professor José Seixas Lourenço foi empossado como o primeiro reitor da recém criada Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOA). Currículo não lhe falta para dar o pontapé inicial a uma universidade que tem como grande missão promover o desenvolvimento sustentável de uma região historicamente carente de investimentos.
Aos 65 anos, Seixas Lourenço é Geofísico, doutor pela Universidade da Califórnia, USA; foi Secretário da Amazônia do governo federal de 1995 a1999; diretor do Instituto de Pesquisas da Amazônia (INPA) entre 1992 e 1995; Reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA) de 1985 a 1989 e diretor do Museu Emílio Goeldi entre 1982 e 1985. Em entrevista ao Jornal Novo Estado, direto de Brasília, o reitor falou sobra a nova universidade.

Qual a importância da UFOPA para o Oeste do Estado e para a Amazônia?
Seixas Lourenço - Acreditamos que a UFOPA vai ajudar a promover o desenvolvimento regional com sustentabilidade. Contribuirá efetivamente para a redução da pobreza e das desigualdades na Amazônia, principalmente na região Oeste do Pará. Tudo isso usando um recurso inesgotável que é o conhecimento disponível e a ser desenvolvido na região.

Agora que o Projeto de Lei foi sancionado, quais serão os próximos passos para a implantação da nova universidade?
Seixas Lourenço - Vamos dar prosseguimento às ações iniciadas desde o momento da criação da Comissão de Implantação da UFOPA. Muitas providências foram tomadas, como a construção coletiva de um Projeto Acadêmico inovador que vai permitir preparar cidadãos para a sociedade, o mercado de trabalho e principalmente para a vida. Todo o material didático do Ciclo Básico em Estudos Amazônicos foi produzido com a contribuição de pesquisadores sobre a região, está praticamente pronto. Foi também iniciado o processo de licitação de obras e os preparativos para a realização de concurso público que são inúmeros, o que vai certamente promover um impacto social muito grande.

Como está o processo de contratação de pessoal?
Seixas Lourenço - A única forma de ingresso no serviço público é através de concurso público. Trabalhamos intensamente nessa questão. Isto nos possibilita publicar o Edital de Concurso público para 128 professores e 166 técnicos de nível superior e médio nos próximos dias. Todos os concursos foram aprovados no Conselho do antigo Campus da UFPA, na Câmara de Ensino e Conselho Superior de Ensino e Pesquisa da UFPA, devido ser ela a Universidade Tutora. Para que isso fosse possível foi decisivo o apoio da comunidade acadêmica do Campus da UFPA em Santarém, dos membros da Câmara de Ensino da UFPA, membros do CONSEPE, da Administração superior da UFPA e obviamente das equipes de trabalho formadas no Campus de Santarém.

E o de construção das estruturas físicas?
Seixas Lourenço - O primeiro processo de licitação de obras está em andamento. Segundo a Prefeitura da universidade tutora, cerca de 15 empresas participaram do processo. Outros editais de obras deverão ser publicados brevemente, de tal forma que no início do período letivo 2010, os espaços estejam preparados para receber os novos alunos.
A região amazônica está hoje no centro das discussões mundiais sobre o meio ambiente, mas abriga uma população de 25 milhões de pessoas que precisam ter suas necessidades atendidas.
Como a UFOPA pode contribuir com a preservação da região e, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento econômico e social?
Seixas Lourenço - A questão ambiental tem um papel importante na qualidade de vida do ser humano. No nosso entendimento, o marco regulatório da questão ambiental é relevante, mas não é suficiente para garantir uma vida digna para as pessoas. O componente que está faltando para ajudar a resolver essa equação é o conhecimento. Por isso, a UFOPA será composta por cinco institutos temáticos, com foco em temas regionais. Dará ênfase em estudos Amazônicos, visando formar cidadãos com conhecimento, habilidades e competências próprias e adequadas para uso dos recursos naturais de forma sustentável. Os egressos da UFOPA deverão está preparados para enfrentar os desafios do século XXI.

A UFOPA é uma resposta à necessidade de se ampliar o conhecimento sobre a Amazônia, com os seus numerosos cursos na área de engenharia, por exemplo?
Seixas Lourenço - O Instituto de Engenharia e Geociências é um dos Institutos da UFOPA que vai formar o Engenheiro Físico em Energia, Engenheiro Físico em Controle e Automação, Engenheiro Físico Ambiental, Geólogo, Cartógrafo e Geógrafo, Bacharelado em Sistemas de Informação e Engenharia da Computação. Todos com uma forte base em Física, Química, Matemática e informática.

Como a nova universidade poderá ampliar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, especialmente voltados para a região?
Seixas Lourenço - Recebemos da UFPA e da UFRA mais de 70 professores com doutores e mestres. Nos concursos que estão sendo realizados admitiremos preferencialmente doutores. Numa articulação nossa com o CNPq e a FAPESPA conseguimos aprovar 20 bolsas de Desenvolvimento regional científico, de fluxo contínuo, para recém doutores, com pelo menos a metade dessas bolsas ocupadas, até o presente. Da mesma forma, foram autorizadas 5 bolsas para pesquisador "sênior" que deverão ser preenchidas brevemente. Além disso, vamos criar e implantar o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) que deverá criar ambientes favoráveis à Inovação Tecnológica.

Quais as perspectivas em relação ao crescimento da universidade para os próximos anos, tanto em número de alunos, campi, professores, estrutura física?
Seixas Lourenço - O Projeto de Lei aprovado permite estimar que no prazo de 5 anos deveremos ter uma população de 14.000 pessoas no Campus Universitário. A universidade é uma instituição muito dinâmica, nunca está totalmente concluída, o que permite afirmar que o seu crescimento será contínuo tanto na quantidade, quanto na qualidade. Por exemplo, quando a UFPA foi criada, há 52 anos, tinha um número de alunos e de curso inferior ao que tem hoje a UFOPA.

Como será o processo de ingresso na UFOPA?
Seixas Lourenço - A organização do vestibular necessita ser trabalhado com bastante antecedência. Como a nova universidade não havia sido criada, os alunos que ingressarão na UFOPA em 2010 serão submetidos ao sistema de ingresso utilizado pela UFPA conforme previsto em Edital. Quanto ao ingresso na UFOPA a partir de 2011, a idéia inicial é que será através do ENEM, mas essa ainda é uma questão em discussão.
Fonte: Portal Ecoamazônia

AQUECIMENTO GLOBAL: COMEÇA A SER REVELADA A FARSA MONTADA PELA ONU

A farsa mundial montada pela Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre o aquecimento global antropogênico começa a ser desmontada.Uma verdadeira bomba explidiu na imprensa americana esta semana, revelando que o O Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima da ONU (IPCC), usou dados maqueados para justificar o aquecimento global.
O IPCC é usado como base em grandes discussões mundiais sobre o assunto e, inclusive, recebeu o Nobel da paz em 2007 dividindo o prêmio com Al Gore. Mas o IPCC está sob suspeita. As informações usadas pela Organização das Nações Unidas para traçar um panorama do clima no mundo não seriam confiáveis. E-mails de um dos principais centros de estudos, que fornecem dados para a ONU, mostram que pode ter havido manipulação nas pesquisas.
Milhares de mensagens e documentos eletrônicos foram roubados da unidade de pesquisa climática de uma Universidade da Inglaterra - a East Anglia - e divulgados na internet. Eles mostrariam que um grupo importante de pesquisadores teria omitido dados para justificar o aquecimento global.
Phil Jones, um cientista respeitado da Universidade de East Anglia, e que já recebeu mais de US$ 10 milhões para desenvolver pesquisas, escreveu: "eu acabei de concluir um "truque" de adicionar às temperaturas reais de cada série dos últimos 20 anos para esconder o declínio". As palavras "truque" e "esconder o declínio" chamaram a atenção.
Para alguns pesquisadores, Phil Jones, estaria manipulando dados sobre o clima nas décadas passadas para esconder informação: a de que - em comparação com os dias de hoje houve uma redução na temperatura mundial e não um aquecimento global.
Em nota, a Universidade de East Anglia declarou que Phil Jones - Diretor da Unidade de Pesquisas Climáticas - pediu afastamento do cargo até o fim das investigações. A ONU disse que os processos do IPCC são robustos, abrangentes e que um grupo não consegue pôr em risco os resultados do estudo nem comprometer a credibilidade do painel.
Fonte: Portal Ecoamazônia

BLOGUEIRO CASOU


Meu amigo blogueiro Edcarlos Ribeiro casou-se na sexta-feira. Parabéns aos noivos!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

PRIMEIRO CASAMENTO COLETIVO DE NOVO PROGRESSO

A elegante Prefeita Madalena Hoffmann

A Prefeita Madalena Hoffmann e o Presidente da Câmara Hamílton Alves

Juiz José Admílson Pereira, Prefeita Madalena Hoffmann e o Promotor Francisco Charles.

Os noivos

Em uma bonita e caprichada cerimônia foi realizado em Novo Progresso neste dia 04 de dezembro, no salão da APRONOP (Associação dos Produtores Rurais de Novo Progresso) o Primeiro Casamento Coletivo do Município. Com as belas palavras da idealizadora do evento, vereadora Sara Maria Royer Schneider, dos líderes religiosos presentes e do ritual conduzido pelo Juiz da Comarca de Novo Progresso Dr. José Admílson Pereira, os 56 casais se uniram, firmando legalmente e perante a sociedade um compromisso tão sublime. O evento contou com a parceria entre a Prefeitura Municipal de Novo Progresso, Câmara Municipal de Vereadores, Poder Judiciário, Cartório, entre outras entidades que se empenharam para o total sucesso da cerimônia e a esperança de que outros casamentos coletivos venham a ocorrer no Município.

Confira dicas para levar uma vida ambientalmente mais sustentável

Uma mudança comportamental pode reduzir as emissões muito mais rápido que outros tipos de medidas e merece explícita consideração como parte da política climática. Veja as medidas recomendadas:
1. Instalar chuveiros com menor vazão de água.
2. Usar aquecedores de água mais eficientes.
3. Priorizar o uso de aparelhos elétricos mais eficientes.
4. Usar carros que consumam menos combustível.
5. Fazer a manutenção do ar condicionado com inspeções anuais.
6. Fazer revisões regulares do automóvel.
7. Usar água aquecida a menores temperaturas.
8. Evitar deixar equipamentos eletrônicos em modo de espera (“stand by”).
9. Evitar o uso de secador de roupas, utilizando o varal sempre que possível.
10. Evitar rodar a mais de 90 km/h com o carro para gastar menos combustível.
11. Organizar caronas para reduzir o uso individual de carros.
12. Usar pneus de baixo atrito, que reduzem o consumo de combustível.
13. Priorizar o uso de ar condicionado central.

Fonte: Globo Amazônia

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1º DE DEZEMBRO - DIA DO CASAL

Parabéns a todos os casais de Novo Progresso! Hoje é o dia do casal.
E não tem nada melhor no mundo do que ter um companheiro (a) para compartilhar a vida...

1º DE DEZEMBRO - DIA MUNDIAL NA LUTA CONTRA A AIDS


Logo Prefeitura
Logo Secr. de Saúde

Cadastramento dos interessados

Teste rápido de HIV

Parte da equipe da Secr. de Saúde, trabalhando com alegria.

Hoje é o Dia mundial na luta contra a Aids. A Prefeitura Municipal e a Secretaria de Saúde estão realizando atendimentos à população, oferecendo orientação quanto à prevenção da doença e fazendo teste de HIV, saindo o resultado em apenas 15 minutos. Os atendimentos estão acontecendo no Brisa do Lago.

PERSONALIDADE PROGRESSENSE

Minha amiga Prof. Núbia Tânia, "paraensíssima", coordenadora do grupo de dança Mistura Brasileira.

VÍTÓRIA MERECIDA

Prof. Sônia (diretora) e Prof. Ângelo (vice-diretor)
Processo eleitoral
Mães votando


Aconteceu ontem a eleição para Diretores, Vice-diretores e Coordenadores das escolas municipais Tancredo Neves, Maria Doralina Ruaro, Valdomiro Mendes Rodrigues, Dep. João Carlos Batista e Cléo Bernardo (Alvorada).
Acompanhei o processo de votação, em especial o da escola Dep. João Carlos Batista, pois foi a única escola da sede do Município onde havia duas chapas concorrendo. Ao final de uma longa tarde e de uma demorada espera pela apuração dos votos, saiu o resultado que a maioria queria: a Prof. Sônia Wobeto França continua sendo a diretora, acompanhada do seu vice-diretor Prof. Ângelo e da coordenadora Soleni Florão. Foram 365 votos para a chapa vencedora contra 204 da outra chapa.
A comemoração foi muito animada, com a certeza da continuidade do ótimo trabalho que vem sendo desenvolvido.