quinta-feira, 30 de junho de 2011

SEMINÁRIO "NOVO PROGRESSO MUNICÍPIO VERDE" FOI UM SUCESSO

O Seminário "Novo Progresso Município Verde" realizado ontem, 29 de junho, na Câmara Municipal de Vereadores foi um sucesso. Com a presença maciça de representantes das entidades do município, a TNC (The Naturre Conservancy), o IMAZON (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), a SEMA/PA (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) e o Sindicato de Paragominas expuseram as vantagens de um município aderir ao programa estadual "Municípios Verdes". Para aqueles que estavam ainda desconfiados do programa, foi o momento de tirar todas as dúvidas e ter a certeza de que este é o caminho para o futuro da nossa cidade. 
Após o Seminário, já no período da tarde, os parceiros reuniram-se com a prefeita para combinar como o processo deve ser encaminhado de agora em diante. O próximo passo será a assinatura do Termo de Cooperação entre a prefeitura e as entidades parceiras e a instalação de um escritório de apoio para a condução dos trabalhos.

terça-feira, 28 de junho de 2011

SEMINÁRIO NOVO PROGRESSO MUNICÍPIO VERDE

Acontecerá no próximo dia 29 de junho de 2011 nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores o Seminário "Novo Progresso Município Verde" que contará com a presença de representantes da TNC (The Nature Conservancy), IMAZON (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), SEMA-PA (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) e Sindicato de Produtores Rurais de Paragominas. Neste seminário pretende-se apresentar à população as alternativas para levar à regularização ambiental do município, tirando-o da lista dos maiores desmatadores da Amazônia, problema este que tem afetado significativamente nossa cidade durante vários anos.
O início do Seminário está previsto para as 08:00 horas da manhã.







segunda-feira, 27 de junho de 2011

A Pecuária Sustentável

Ao longo de séculos a pecuária se tornou uma grande vilã do meio ambiente. E com justa razão! A degradação das pastagens sempre foi e ainda é a principal causa da desertificação que avança em diversas regiões do mundo. A formação de pastagens sempre foi o principal motivo para a derrubada das florestas, principalmente da Região Amazônica, para onde a pecuária brasileira tem se transferido fortemente nas últimas décadas. Um ciclo vicioso se instaurou: as matas são derrubadas para dar lugar às pastagens, que mal manejadas se degradam, diminuindo a capacidade de suporte, gerando necessidade de novos desmatamentos. Com isto, grandes áreas ocupadas por pastagens estão hoje abandonadas ou subutilizadas. A culpa, porém, não está nos animais, mas no sistema de manejo empregado. O sistema de manejo ainda mais utilizado no Brasil é o pastoreio contínuo, que além de proporcionar uma baixíssima produtividade, é a principal causa da degradação das pastagens.
Neste sistema os animais herbívoros, principalmente os bovinos, se tornam verdadeiros predadores da pastagem e na seqüência, do solo e do meio ambiente como um todo.
A transformação da pecuária de vilã em aliada do meio ambiente está ocorrendo onde o pastoreio contínuo é substituído pelo Manejo Sustentável das Pastagens. Este manejo se fundamenta na rotação racional das pastagens, que proporciona às pastagens duas condições indispensáveis à sua máxima produtividade e sustentabilidade: o repouso necessário para que se desenvolva, sem agressões pelos animais, até seu ponto ótimo de colheita; e um curto período de ocupação, que impede que as forrageiras tenham a brotação nova colhida antes da hora, diminuindo também as perdas de forragem e a compactação do solo pelo pisoteio, que é drasticamente reduzido.
Jurandir Melado (*)
(*) Jurandir Melado é Eng. Agrônomo e consultor em Manejo Sustentável de Pastagens. Esteve em Novo Progresso fazendo palestra na Câmara de Vereadores trazido pela APRONOP, comerciantes  de produtos agropecuários e produtores rurais.
jurandir@fazendaecologica.com.br - www.fazendaecologica.com.br

Professor Jurandir Melado e Dinha Flores.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

REALIDADE DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA EM MAIO/2011

EXPLICACÃO,

O desmatamento na Amazônia cresceu 72 por cento em maio deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado.
De acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a floresta perdeu 165 quilômetros quadrados no mês passado.
O Pará liderou o desmatamento em maio, de acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, respondendo por 39 por cento da destruição florestal registrada no período.

Em seguida vieram Mato Grosso (25 por cento), Rondônia (21 por cento), Amazonas (12 por cento), Tocantins (2,5 por cento) e Acre (0,1 por cento). O Imazon não analisou a área da Amazônia Legal localizada no Maranhão.

Segundo a pesquisadora Sanae Hayashi, uma das autoras do levantamento, uma das explicações para a alta do desmatamento em maio é a menor cobertura de nuvens no Pará na comparação com abril, o que permitiu aos satélites detectar grandes áreas de desmatamento no Estado que não estavam visíveis no mês anterior.
O desmatamento nos Municípios de Altamira, Novo Progresso e Itaituba agora detectados são na sua maioria dos meses anteriores que não tinham sido detectados pela presença de nuvens.
SAD-Abril/2011 IMAZON
Em abril de 2011, foi possível monitorar com o SAD somente 31% da área florestal na Amazônia Legal. Os outros 69% do território estavam cobertos por nuvens o que dificultou o monitoramento principalmente no Pará, Amazonas e Amapá.
Esses estados tiveram mais de 70% do território florestal coberto por nuvens. Devido isso os dados de desmatamento desses Estados podem estar subestimados em abril de 2011. O período de dezembro a abril se caracteriza como um período chuvoso na região amazônica com bastante nuvens, o que torna difícil o monitoramento do desmatamento através de imagens de satélite.
Nas imagens abaixo é possível verificar a diferença da cobertura de nuvens:
Cobertura de nuvens em abril de 2011 (IMAZON/SAD). 
Cobertura de nuvens em Maio de 2011 (IMAZON/SAD)


FRASE II

"É preciso reconhecer que passamos quase 30 anos sem um trabalho de regularização fundiária massiva na região amazônica. Durante todo esse período, vivemos a lógica da colonização, que criou esse caos fundiário que temos hoje." Declaração de Shirley Anny Abreu do Nascimento, coordenadora do programa Terra Legal, do MDA referindo-se à falta de regularização fundiária na Região Amazônica e os problemas por ela acarretados.
Texto na íntegra: Amazônia.org (acesse aqui). 

terça-feira, 21 de junho de 2011

FRASE


"Isso atrasou muito nosso trabalho.  No Mato Grosso, por exemplo, a situação é complicada, tem cinco andares de títulos", afirma a coordenadora do Terra Legal Shirley Anny Abreu do Nascimento referindo-se à sobreposição de títulos de terra que ocorre na Amazônia.
Texto na íntegra: Amazônia.org (acesse aqui).

sexta-feira, 17 de junho de 2011

IMAZON DIVULGA DADOS DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA LEGAL EM MAIO DE 2011

Em maio de 2011, o SAD detectou 165 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento de 72% em relação a maio de 2010, quando o desmatamento somou 96 quilômetros quadrados. Desse total 39% ocorreu no Pará, seguido por Mato Grosso (25%) e Rondônia (21%). O restante ocorreu no Amazonas (12%), Tocantins (2,5%) e Acre (0,1%).
O desmatamento acumulado no período de agosto de 2010 a maio de 2011, correspondendo aos dez primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 1.435 quilômetros quadrados. Houve um aumento de 24% em relação ao período anterior (agosto de 2009 a maio de 2010) quando o desmatamento somou 1.161 quilômetros quadrados
As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 248 quilômetros quadrados em maio de 2011. Desse total, 42% ocorreu em Mato Grosso seguido pelo Pará (27%), Rondônia (22%), Amazonas (7%), Tocantins (1,5%), e Acre (0,5%).
A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2010 a maio de 2011 totalizou 6.081 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2009 a maio de 2010) houve aumento expressivo (363%) quando a degradação florestal somou 1.312 quilômetros quadrados.
Em maio de 2011, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 2,8 milhões de toneladas de CO2 equivalente o que representa um aumento de 55,6% em relação a maio de 2010. No acumulado do período (agosto 2010 - maio 2011) o desmatamento comprometeu 83,9 milhões de toneladas de C02 equivalentes e representou um aumento de 10% em relação ao período anterior (agosto de 2009 a maio de 2010).
Desmatamento e Degradação Florestal em Maio de 2011 na Amazônia Legal (Fonte: IMAZON/SAD)
Fonte: Dados do IMAZON.

NOVO PROGRESSO É O 4º MAIOR DESMATADOR DA AMAZÔNIA EM MAIO DE 2011

Dados publicados no Boletim TRANSPARÊNCIA FLORESTAL de maio de 2011 apontam que Novo Progresso continua na lista dos maiores desmatadores da Amazônia no referido mês, ocupando a quarta posição. O mesmo documento aponta um aumento no percentual de desmatamento total de 72% em relação ao mês de maio de 2010.
Municípios mais desmatados na Amazônia Legal em Maio de 2011 (Fonte: IMAZON/SAD)
 

DESMATAMENTO NOS ASSENTAMENTOS AMAZÔNICOS EM MAIO DE 2011

O desmatamento em áreas de assentamento atingiram apenas 19 quilômetros quadrados em maio de 2011 segundo dados do Boletim Transparência Florestal do IMAZON. O assentamento Terra Nossa (Altamira/PA) ficou em terceiro lugar no ranking dos maiores desmatadores.
Assentamentos da Reforma Agrária mais dematados em Maio de 2011 (Fonte: IMAZON/SAD)
Para ler o dacumento na íntegra, acesse aqui.

DADOS DO DESMATAMENTO EM ÁREAS PROTEGIDAS

O IMAZON detectou desmatamentos em áreas protegidas. As FLONAS do Jamanxin e de Altamira ficarm em segundo e terceiro lugar respectivamente no ranking de maiores desmatadores.

Unidades de Conservação mais desmatadas em Maio de 2011 (Fonte: IMAZON/SAD)


Para maiores informações, leia o documento na íntegra aqui.