quarta-feira, 10 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Gestão ambiental municipal.


O município de Trairão é o mais novo integrante do grupo de municípios do Pará que tem habilitação para a gestão ambiental municipal, concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Com isso, a população pode licenciar suas atividades ambientais sem sair da localidade.

No último sábado dia 06/07, o Secretário de Meio Ambiente do Município de Trairão senhor Jeferson de Almeida, recebeu em Itaituba das mãos do Secretario Estadual da SEMA José Colares, o certificado de habilitação Ambiental o que permite a SEMA  municipal realiza atividades  conforme determina a Lei nº 7389/2010.


Esteve presente na reunião o superintendente do IBAMA o senhor Hugo Américo, que fez questão em dizer que a ação do IBAMA em trairão é fiscalizar o desmatamento e com relação ao movimento grevista em Trairão citou não ter solução para as reivindicações feitas pelo movimento e disse ainda que o serviço de fiscalização vai ser realizado independente do fechamento da BR e de forma irônica disse que se o movimento quer se livrar do IBAMA  é só parar de desmatar que o IBAMA  se ausenta.
Secretario do meio Ambiente e Superintendente do IBAMA.


SFB atropela direitos de população ocupante da Floresta Nacional (Flona).


 DO BLOG:LÍNGUA FERINA




SEGUNDA-FEIRA, 8 DE JULHO DE 2013

SFB atropela direitos de população tradicional em leilão de floresta pública no Oeste do Pará.
Edital de concessão para exploração madeireira incide sobre áreas de uso de famílias da Flona do Crepori, cuja ocupação o órgão fingiu desconhecer.






Em 31 de maio último, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) tornou público o edital para concessão de áreas destinadas a exploração madeireira na Floresta Nacional (Flona) do Crepori, situada no Oeste do estado do Pará. Pelo documento, é possível saber com algum grau de detalhe o potencial produtivo de cada um dos quatro lotes a ser concedido, bem como os – baixos – valores demandados pelo SFB às futuras concessionárias, que adquirirão o direito de explorar, ao todo, 442.388,24 hectares de floresta. O que o edital não mostra é que ali residem famílias que tradicionalmente se relacionam com esse território há gerações, e cuja área necessária à sua reprodução social e cultural coincide com porções das florestas destinadas ao leilão. Essa sobreposição, bem como as principais características dessa população, não eram desconhecidas do órgão, muito ao contrário: constavam de relatório entregue ao SFB, que decidiu simplesmente desconsiderá-lo, passando por cima dos direitos envolvidos.

A Flona do Crepori é uma das doze florestas públicas passíveis de concessão florestal em 2013, segundo o mais recente Plano Anual de Outorga Florestal do SFB. Cabe lembrar que as concessões foram viabilizadas pela  Lei 11.284 de 2006, a Lei de Gestão de Florestas Públicas (LGFP), partindo da premissa de que as florestas públicas deveriam servir para impulsionar a economia e gerar renda com a transformação de seus recursos madeireiros em altas cifras – em geral por empresas de grande porte, que reúnem os requisitos demandados pelos editais. Pela LGFP, é possível entrarem em leilão áreas de unidades em que habitem populações tradicionais, nos termos previstos pela modalidade de Flona. No entanto, em seu artigo 11º, inciso IV, a lei é bastante clara quando fala que deve ser considerada “a exclusão das terras indígenas, das áreas ocupadas por comunidades locais e das áreas de interesse para a criação de unidades de conservação de proteção integral”. Ou seja, comunidades locais podem residir dentro de uma unidade de conservação leiloada, mas a concessão não poderia abarcar as áreas da unidade ocupadas por essa população. E é justamente esse um dos pontos em que a efetividade da lei patina, e os direitos dessas populações são eventualmente solapados.

O caso da Flona do Crepori é bastante emblemático nesse sentido. Criada em 2006, trata-se de uma unidade relativamente recente e de grande dimensão, com 740.661 hectares, situada na bacia do rio Tapajós, no município de Jacareacanga (PA). Segundo a Lei 9.985 de 2000, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), cada unidade deve dispor de um plano de manejo, definido como “documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade”. No interior do ICMBio, órgão gestor desses territórios, há pouco consenso sobre as características desse documento, seu alcance, seus parâmetros de elaboração. Assim, é comum que o plano de manejo leve anos em sua confecção.

Pela LGFP, porém, uma unidade de conservação só pode ter áreas leiloadas quando dispuser de um plano de manejo. Na Flona do Crepori, esse documento foi realizado com apoio do SFB e veio à luz no tempo recorde de quatro anos após sua criação, e bem em tempo de ir a pré-leilão como previsto, no final de 2010. Há Flonas criadas há mais de 25 anos que ainda não tiveram seus planos de manejo aprovados.
À rapidez, contudo, não correspondeu qualidade – ao menos não no quesito socioeconômico. O censo elaborado pelo consórcio contratado para confecção do plano de manejo da Flona do Crepori chegou a identificar famílias dentro da unidade de conservação, mas taxou-as com um definitivo: “não se configuram como população tradicional”. A caracterização não passa de outra forma de dizer: “não são sujeitos de direitos”. Ora, diante de afirmação de tal gravidade, esperar-se-ia um mínimo de detalhamento sobre a ocupação encontrada na Flona, sobre o que se entende por população tradicional (outra categoria em torno da qual não há consenso), e as razões pelas quais os dois polos não se encontram. Não é o que se vê no plano de manejo.

Diante de tamanha lacuna, o próprio ICMBio solicitou, em 2011, a complementação  do censo da Flona a um grupo interdisciplinar de pesquisadores, que tinham o objetivo de elaborar a caracterização da população ali residente. Ao longo de um mês, a equipe, composta pelo cientista social Mauricio Torres e pelo geofísico Juan Doblas, percorreu a Flona do Crepori com essa tarefa.

O que veio à tona, particularmente no rio das Tropas, que corta longitudinalmente a Flona do Crepori, foram as características complexas de uma ocupação com elementos de muitas comunidades tradicionais da Amazônia. Ali acorreram migrantes ainda no século XIX, para exploração da borracha, e desde então vivenciaram momentos de pujança econômica da região: borracha, peles de gatos e garimpo. Particularmente em relação a este último, a ocupação do rio das Tropas merece destaque: nesse local teria se originado a descoberta das primeiras jazidas de ouro na Amazônia, justamente no rio das Tropas, em 1958. Os moradores atuais do rio das Tropas carregam essa memória, e parte dela, bem como as características desse campesinato extrativista e suas áreas de uso foram registradas no trabalho dos pesquisadores.

O trabalho dos pesquisadores foi entregue ao ICMBio em 2012, e uma cópia dele foi depositada junto ao SFB. Em 31 de maio deste ano, como dito, sai o edital de concessão. Ou seja, o SFB reproduz à exaustão a disposição do pior cego: o que não quer ver. Diante do número de florestas previstas para concessão, e sabendo que há polêmicas envolvendo desrespeito aos direitos das populações de outras florestas já em concessão, essa atuação da autarquia é extremamente preocupante, e indica a opção por beneficiar o grande capital em detrimento das populações residentes. 



BR 163(Cuiabá-Santarem) LIBERADA.



Na madrugada de  domingo foi liberado o tráfego na BR 163 no Município do Trairão.

Resultados até agora: Promessas!


BR 163 NO MUNICÍPIO DE TRAIRÃO FOI DESBLOQUEADA

Ontem por volta da meia noite foi encerrado o bloqueio da estrada Santarém-Cuiabá. Segundo integrantes do grupo de madeireiros que mantinham a estrada interditada, haverá uma reunião em Brasília com autoridades do Governo Federal para discutir as reivindicações, porém o que se sabe é que o movimento vinha se enfraquecendo a cada dia por ter entre as suas exigências, algumas absurdas, como o fim das operações de combate ao desmatamento ilegal na região e de ter à frente pessoas sem condição de representar os interesses justos da população da região.

O que se ouviu na reunião com o representante no Pará do IBMA foi a continuidade das fiscalizações e ainda que a ação dos fiscais esteja pautadas na lei. A destruição de equipamentos se dá quando os donos fogem deixando as máquinas e não há como transportá-los até a cidade para que fique apreendido e caso deixem no local as pessoas que fugiram voltam e utilizam novamente na prática do crime ambiental. 



domingo, 7 de julho de 2013

GARIMPOS CAUSAM 70% DO DESMATAMENTO NA REGIÃO DA TRANS GARIMPEIRA.


Fonte: Blog do Peninha...



GARIMPOS CAUSAM 70% DO DESMATAMENTO NA REGIÃO DA TRANSGARIMPEIRA
Na tarde de hoje, dia 6 de Julho, o Superintendente do IBAMA no Pará, Hugo Américo Rubert Schaedler , durante uma reunião com várias autoridades e segmentos da sociedade dos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Trairão, Novo Progresso e Aveiro, disse que o levantamento do órgão via satélite acusou que no mês de Junho passado, 70% do desmatamento ocorrido no município de Itaituba, foram causados na região de garimpo ao longo da Rodovia Trans garimpeira.

Hugo, afirmou que o IBAMA não está fiscalizando garimpos, mas o desmatamento que vem ocorrendo desenfreado na região, principalmente no município de Novo Progresso.
Entretanto, como no nosso sistema de vigilância de desmatamento, detectou que áreas de garimpos estão ocorrendo também desmatamento deslocamos fiscais  para verificar in-loco. Mas, ressaltou, nossa fiscalização é com relação a desmatamento.
Porem, se for detectado garimpagem dentro de PARQUE ou FLONA, ai sim nos agimos, já que é de nossa responsabilidade esta fiscalização. 


sábado, 6 de julho de 2013

Legalização da garimpagem na região do Rio Tapajós.

Do Blog do Peninha:
http://www.blogdopeninha.com.br/2013/07/municipios-poderao-licenciar-ate-300.html#more



MUNICÍPIOS PODERÃO LICENCIAR ATÉ 300 HECTARES

“CAR ISENTA PEQUENOS PRODUTORES DE LICENÇA AMBIENTAL”

O Secretario Estadual de Meio Ambiente, José Colares anunciou  hoje pela manhã, sábado, dia 6 de Julho, durante a reunião com os Secretários Municipais de Meio Ambiente, que os municípios que estão habilitados poderão expedir Licença Ambiental para garimpagem até 300 hectares. Até então, os municípios só estavam autorizados a licenciar até 50 hectares.

Segundo Colares, a medida visa facilitar a legalização da garimpagem, principalmente na região do Rio Tapajós. Os únicos municípios que estão habilitados na região são Itaituba e Trairão. O município de Novo Progresso, o processo de habilitação está em fase de conclusão e os demais Jacareacanga, Aveiro e Ruropolis até o momento não solicitaram  da SEMA Estadual autonomia  para expedir as licenças ambientais.

Para o município expedir a Licença Ambiental de garimpagem em áreas de  até 300 hectares, é necessário que obedeça a Instrução Normativa e o Termo de Referência estabelecidos pelo Estado. O Estado, inclusive  vai fiscalizar, adiantou Colares.

Na reunião de manhã no Auditório da Prefeitura Municipal de Itaituba, o Secretario Estadual de Meio Ambiente, José Colares entregou ao Frigorífico ARATICUM a Licença Ambiental do Estado. O documento foi recebido pelo empresário João Altevi do Prado e agora com esta licença, o frigorífico está autorizado a abater gado.

Ainda na reunião, Colares anunciou que assinou contrato com a EMATER, repassando R$ 350.000,00 para que técnicos do órgão façam o CAR- Cadastrado Ambiental Rural dos pequenos produtores nos municípios de Itaituba,Trairão, Novo Progresso,Jacareacanga,Aveiro e Ruropolis. Inicialmente  este trabalho vai beneficiar 2.500 famílias. Com este CAR, os pequenos produtores que possuem áreas com menos de 100 hectares estão isentos da exigência de Licença Ambiental para trabalhar na terra.
O Secretario também disse que ainda este mês vai contratar uma empresa particular para realizar o CAR – CADASTRO AMBIENTAL RURAL em 750 mil hectares de terra no município de Itaituba. Este trabalho, afirmou Colares, visa Itaituba atingir um percentual de 80% de suas terras rurais com Cadastro Ambiental Rural. Hoje, lembrou Colares, apenas 17% das terras rurais de Itaituba possuem CAR.

A Flona Jamaxim, no Pará, foi a unidade de conservação mais desmatada .

A Flona Jamaxim, no Pará, foi a unidade de conservação mais desmatada  até no mês de maio/2013 (perdeu 28,4 mil hectares).
Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente.
























Desmatamento na Amazônia volta a crescer: país perdeu 46,5 mil ha de floresta em maio de 2013 – mais de 400% em comparação com o mesmo período do ano passado

“Aqui se faz, aqui se paga.” A parceria com a bancada ruralista começa a passar uma amarga fatura para o governo Dilma: o desmatamento da floresta amazônica, que demorou tanto para começar a ser controlado, mostra sinais tão evidentes de subida que nem o governo consegue mais esconder.


Em coletiva de imprensa na manhã de hoje, o Ibama anunciou uma tendência de aumento de desmatamento que não se via mais no Brasil. Segundo dados do Deter, em maio de 2013 a Amazônia perdeu 46,5 mil hectares de floresta – quase a área da cidade de Porto Alegre. Isso representa um aumento de mais de 400% em comparação com o mesmo período de 2012.


Isso tudo com uma cobertura de nuvens de 42% sobre a Amazônia Legal, o que prejudica a detecção de focos de desmatamento pelos satélites. E mais: o Deter só identifica corte raso em áreas médias e grandes – as pequenas e fragmentadas, que se tornaram frequentes para justamente sumirem aos olhos do satélite, não entram nessa conta.


Luciano Evaristo, diretor de proteção ambiental do Ibama, disse recentemente estar confiante em zerar a tendência de desmatamento ainda neste ano. Mas as informações divulgadas hoje mostram que o país segue o caminho contrário.

É de notar que, na coletiva de hoje, apenas o Ibama estava presente, enquanto nas anteriores, quando havia queda ou leve aumento, um circo com ministros de Estado era montado – hoje nem Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, deu as caras. Era o momento para o governo mostrar que tem, em suas prioridades, atacar o problema e acabar com essa chaga ambiental.

No acumulado de agosto de 2012 a maio de 2013, o país perdeu 233,8 mil hectares de floresta – um aumento de 35% em comparação com o mesmo período do ano anterior.


Só cresce

A pressão não poupa nem unidades de conservação (UCs) e terras indígenas (TIs), que são alvo atual dos ruralistas. Até maio, o Deter viu 54 mil hectares de florestas desmatadas em Ucs e 8,9 mil hectares em Tis. A Flona Jamaxim, no Pará, foi a unidade de conservação mais desmatada até no mês (perdeu 28,4 mil hectares), enquanto que a TI Maraiwatsede, no Mato Grsso, teve 8,8 mil hectares de florestas derrubadas.
Os Estados campeões do desmatamento em maio foram Mato Grosso, com 27,7 mil hectares, seguido de Pará (13,4 mil), Amazonas (3,3 mil), Tocantins (900), Rondônia (770) e Maranhão (440).

Avaliação dos alertas do Deter para fiscalização do desmatamento da Amazônia 
Maio de 2013

Coletiva de imprensa sobre Avaliação dos Alertas do Deter para Fiscalização do Desmatamento da Amazônia referentes aos meses de a agosto de de 2012 a maio de 2013.

Coletiva de imprensa: Avaliação dos alertas do Deter para fiscalização do desmatamento da Amazônia.

Data: Sexta-feira, 05/7/2013
Horário: 11 horas
Local: Auditório II – SCEN Trecho 2, Edifício Sede do Ibama
Telefone: (61) 3316-1015



sexta-feira, 5 de julho de 2013

BR-163 perigo de morte em trechos da rodovia .

Diretor geral do Dnit alerta para perigo de morte em trechos da BR-163
Da Reportagem Local - Rodrigo Maciel Meloni




Diretor geral do Dnit alerta para perigo de morte em trechos da BR-163
“Passei em lugares desta estrada que pedem para que os motoristas morram”.

 O alerta foi feito pelo diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Jorge Fraxe, a um engenheiro da construtora Trimec, responsável pelas obras de um dos trechos da BR-163 no Pará. 
Fraxe verificou o perigo nesta quarta-feira (03) pouco antes de ter que seguir viagem para Santarém de avião, onde palestrou na tarde desta quinta-feira (04).

A constatação foi feita durante as fiscalizações que foram realizadas em quase 1,2 mil quilômetros de rodovia percorridos pelo estradeiro, que foi forçado a retornar para Mato Grosso após se deparar com um bloqueio no município de Trairão (PA).

De acordo com a assessoria de imprensa da Aprosoja, no segundo dia foram percorridos 700 km. Aproximadamente quinze camionetes partiram de Lucas do Rio Verde em direção à cidade paraense de Novo Progresso no segundo dia do Estradeiro. No percurso foram feitas diversas paradas para conferir de perto a situação das obras. 

No percurso inicial foram constatadas algumas deformidades, buracos e ausência de sinalização, tanto horizontal como vertical.

Segundo com Fraxe, a rodovia que começou a ser construída me 1976, finalmente, deve ser concluída. “Apesar das dificuldades que enfrentamos até o final deste ano a maior parte da BR-163 será concluída. Este é um compromisso que fazemos, pois sabemos que atualmente toda a região tem seu potencial de produção reprimido, e após a conclusão haverá maior competitividade”, anunciou.

O presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, falou sobre a importância de trazer ao Estradeiro deste ano a autoridade máxima do Dnit. “O general presenciará pessoalmente todas as dificuldades que enfrentamos para escoar nossa safra. Queremos e precisamos de melhorias, e acreditamos que ele está se sensibilizando com o nosso pedido”, destacou.

Antes de chegar ao estado vizinho, em Matupá, na sede da fazenda Bom Futuro, a comitiva do Estradeiro Aprosoja foi recebida por dezenas de produtores, prefeitos e vereadores da região. O almoço e a recepção oferecidos pelo produtor Eraí Maggi, entusiasta e defensor do desenvolvimento logístico do estado, foi precedido pelo discurso das autoridades que trouxeram nova esperança para a localidade.

O prefeito em exercício de Matupá declarou que "a cidade está completando o jubileu de prata e ainda é uma menina que está nascendo e que só tem a ganhar com o salto de infraestrutura que o Movimento Pró-logística está encabeçando”, afirmou.





















O estradeiro, que tinha como destino o município de Santarém, foi interrompido por um bloqueio feito por trabalhadores do setor extrativista em Trairão nesta quarta-feira (03).

Um dos responsáveis pelo manifesto, Jordão Ferreira da Silva Sobrinho, o ‘Ticão’, falou à reportagem do OD. “Estamos cansados de sofrer este tipo de violência; eles (os fiscais) chegam com truculência, queimam nosso maquinário, destroem serrarias, agridem fisicamente idosos e mulheres; é terrível o que está acontecendo com a gente”.

Contudo, quando o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o general Jorge Fraxe, tentou negociar a passagem do Estradeiro com os manifestantes, alegando que iria levar suas reivindicações para Brasília. No entanto, os manifestantes se mostraram irredutíveis e não houve negociação.


O Estradeiro, programado para ir até Santarém, teve que retornar para Mato Grosso. Quatro membros do estradeiro seguiram viagem de jato. O diretor geral do Dnit, acompanhado do coordenador do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, do superintendente do Dnit em Mato Grosso, Luiz Antônio Garcia e do produtor rural Eraí Maggi dão continuidade a programação do estradeiro no Pará, que nesta quarta-feira (04) consiste em visitar as obras executadas pelo Exército em um dos trechos da Br-163 naquele estado.



























O diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), general Jorge Ernesto Fraxe, aplicou diversas notificações às empresas responsáveis pela pavimentação da BR-163. Os principais problemas encontrados foram atrasos, abandono, buracos, depressões, ausência de sinalização e, por vezes, poucos homens e máquinas em determinados trechos. O trajeto foi acompanhado por engenheiros e responsáveis das respectivas obras.

INTERDIÇÃO DA BR 163,RESULTADOS ATÉ AGORA PROMESSAS e................

Madeira queimada

Madeira empilhada no leito da rodovia junto com pneus e embebida em combustível.PRONTO PARA O FOGO! 

Madeira empilhada no leito da rodovia junto com pneus e embebida em combustível.PRONTO PARA O FOGO! 






























quinta-feira, 4 de julho de 2013

Secretário de Planejamento Fabio Oliveira juntamente com o Secretario de Meio Ambiente de Trairão senhor Jerferson Roberto de Almeida Santos, fizeram um levantamento dos prejuízos causados pelo movimento grevista de trairão, o movimento até agora não conseguiu chamar a atenção de nenhuma autoridade Federal, nem ao menos repercutir a nível nacional, o único avanço até agora foi a queima de cerca de 120m³ de madeira apreendida pelo IBAMA e a destruição parcial de pontes que ligam as vicinais à cede do município, a prefeitura através da Secretaria de Obras esta fazendo a recuperação das pontes afetadas, uma vez que os grevistas não podem isolar as vias de acesso dos agricultores até a cede do município, uma vez que querem chamar atenção do Governo Federal.

quinta-feira, 4 de julho de 2013
O que era pra ser uma manifestação pacífica está se transformando em uma situação fora do controle.

 Secretário de Planejamento Fabio Oliveira, juntamente com o Secretario de Meio Ambiente de Trairão, senhor Jerferson Roberto de Almeida Santos, fizeram um levantamento dos prejuízos causados pelo movimento grevista de Trairão, o movimento até agora não conseguiu chamar a atenção de nenhuma autoridade Federal, nem ao menos repercutir a nível nacional, o único avanço até agora foi a queima de cerca de 120m³ de madeira apreendida pelo IBAMA e a destruição parcial de pontes que ligam as vicinais à cede do município. A Prefeitura através da Secretaria de Obras esta fazendo a recuperação das pontes afetadas, uma vez que os grevistas não podem isolar as vias de acesso dos agricultores até a sede do Município, uma vez que querem chamar atenção do Governo Federal. Fonte e fotos, Trairão em Destaque do blogueiro, Valdinei Cordeiro.
Comentário do Portal Trairense:Eu avisei aqui no blog para tomarem cuidado quanto à política partidária na manifestação, a tal “partidária” é um verdadeiro mal em todo e qualquer movimento, pois a partir do momento em que há políticos a fim de se auto promover às custas de um movimento como esse, aí vira baderna, ameaças, vandalismo e por aí, vai... Até paguei um alto preço pelo meu comentário que não foi nada maldoso era apenas um alerta pra um movimento que parecia tão bonito, todavia, por conta de meu comentário recebi a notícia de que não era pra eu pisar no local do bloqueio, se fosse lá corria sério risco de ser linchado e não foram um e nem dois, foram vários recados. Inclusive, há várias ameaças de morte na caixa de comentários do blog, assim como também algumas palavras de baixo calão com ataques verbais e caluniosos contra minha pessoa. Todos estes comentários já se encontram nas mãos da Perícia da Polícia. Agora é só aguardar o resultado e entrar com ação judicial. Não faço ameaças, sou um simples pai de família do bem e  deixo que a justiça faça sua parte. Caros amigos blogueiros da blogosfera, me ajudem, corro risco de vida pois tenho mensagens gravadas em meu celular avisando que vão invadir minha residencia à noite. Se eu for assassinado hoje à noite, morrerei como mártir e atribuiria a culpa a algumas pessoas que participam ativamente do movimento cujos nomes escrevi na caixa de comentários do Portal, é só entrarem e acharão os nomes



quinta-feira, 4 de julho de 2013

Sema/PA cria comissão para investigar irregularidades.


“E o Vento levou” R$ 100 milhões em madeira de lei...”


Sema/PA cria comissão para investigar irregularidades.
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) criou ontem uma comissão administrativa disciplinar, supervisionada pela Corregedoria Ambiental do órgão, para reanalisar cada um dos 14 processos de planos de manejo aprovados, mas apontados como irregulares, segundo denúncia encaminhada ao Ministério Público de Marabá. 
O caso foi divulgado na edição de domingo, 30, em reportagem do DIÁRIO. A matéria diz que 303 mil metros cúbicos de madeira foram liberados pela Sema de Marabá depois de os projetos terem sido indeferidos em Belém.

O volume de madeira a ser transportado exigiria a disponibilidade de 15.177 caminhões, que colocados em fila na estrada, um atrás do outro, alcançariam 455 km de extensão – a mesma distância em linha reta entre os municípios de Belém e Marabá. O valor da madeira liberada, numa estimativa modesta, alcança R$ 100 milhões.

“O interesse da Sema é em garantir a maior transparência possível no que diz respeito aos processos realizados nesta secretaria, e o resultado dessa avaliação, assim que concluído, será entregue pessoalmente pela corregedora Rosângela Wanzeller à procuradoria do Ministério Público Federal. Os esclarecimentos também serão oferecidos à imprensa após a comunicação ao MPF”, diz nota do órgão enviada ao jornal.

As autorizações apontadas como fraudulentas, de acordo com a denúncia encaminhada ao MP, determinam a retirada de madeira de reservas indígenas, áreas protegidas e florestas estaduais. As análises técnicas seriam incompletas e as vistorias classificadas de irresponsáveis. 
Como se não bastasse, ainda haveria afrouxamento das exigências técnicas e documentais. Pior é o tempo de aprovação dos planos de manejo, que habitualmente leva cerca de um ano. Um dos projetos foi liberado em apenas 38 dias.

A corregedora Rosângela Wanzeller, ouvida pelo Diário, esclareceu que ela não vai coordenar a comissão, que foi criada por portaria encaminhada para publicação na edição desta terça-feira do Diário Oficial. Dela fazem parte consultor jurídico, engenheiro florestal e outros servidores concursados que vão atuar com autonomia e sem subordinação a ninguém. O trabalho que ela vai exercer resume-se ao encaminhamento do que será apurado com base na matéria publicada pelo Diário.

Rigor

De acordo com Rosângela Wanzeller, nada nunca deixou de ser apurado durante o tempo em que ela atua na função, inclusive denúncias que chegam em bloco, até contra servidores. “Quem acusa tem o dever de apresentar as provas para que a apuração seja feita”, acrescentou a corregedora. Ela descarta também qualquer possibilidade de o trabalho da comissão sofrer direcionamento sobre quem quer que seja, afirmando que isso “não é legal”. E mais: “a apuração será feita com responsabilidade e seriedade, como tem sido em todos os casos”. (Diário do Pará)