quinta-feira, 15 de maio de 2014

Antaq libera terminal da Hidrovias que podera receber cargas de Miritituba/PA

Antaq libera terminal da Hidrovias

A Hidrovias do Brasil recebeu autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para erguer seu primeiro terminal portuário no país. O empreendimento ficará no município de Barcarena, no Pará, e faz parte de um investimento total de R$ 1,3 bilhão da empresa no sistema logístico da região (o que inclui mais dois terminais e barcaças). Mas a companhia pode expandir sua atuação além do inicialmente planejado.

Bruno Serapião, presidente da Hidrovias do Brasil, diz que já tem a parte do capital próprio necessária para todo o programa de investimentos estabelecido originalmente. Esse montante responderá por até 40% do investimento previsto. O restante virá por meio de dívidas, a serem estruturadas pelo Banco do Brasil, contratado para cuidar da operação financeira.

O terminal que a companhia começa a erguer agora deve ficar pronto para operar durante a safra de 2016. O plano é receber cargas do Centro-Oeste, principalmente por rodovias. Ao chegarem a um terminal de Miritituba, no Pará (onde já há um terreno comprado, mas ainda sem a autorização necessária), as cargas dos caminhões são colocadas em barcaças. Depois, são encaminhadas até o terminal final de Vila do Conde, de onde são exportadas.

O plano é que as cargas dos clientes viagem em direção ao Norte, invertendo hoje o caminho feito pela produção agrícola do país. Atualmente, a maioria dos grãos produzidos vai por rodovias e ferrovias até os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

O projeto terá capacidade para 4,4 milhões de toneladas ao ano, respondendo por cerca de 30% da demanda logística dos grãos calculada pela empresa. O objetivo é a movimentação e armazenagem de granel sólido (grãos vegetais, farelo e fertilizantes). A Hidrovias quer receber as cargas a partir de 2016 e diz já ter memorandos de entendimentos para transportar cargas para clientes.

O plano todo considera a duplicação da BR-163 até o Pará, trecho que o governo federal pretende conceder à iniciativa privada ainda neste ano. Na mesma região, também tem interesse o grupo Odebrecht. A companhia arrematou um trecho da BR-163, no Estado do Mato Grosso, e agora se prepara para aproveitar melhor o potencial logístico para escoamento de cargas pelo Norte do país, num plano semelhante ao da Hidrovias. Serapião evita comentar o interesse do grupo Odebrecht na mesma área de atuação. Afirma apenas que vai continuar a fazer os investimentos já previstos, conforme os planos.

Serapião diz ainda que a empresa pode buscar novas oportunidades de crescimento na região Norte e aumentar os investimentos a serem feito em relação ao que era previsto. Uma dessas possibilidades é disputar terminais portuários a serem licitados pelo governo federal na região.

Dos três terminais planejados pela Hidrovias, somente o terminal de uso privativo em Vila do Conde já tem autorização da Antaq. Outro, que na verdade é um terminal de transbordo de carga, fica em Miritituba. Haverá uma terceira unidade em Marabá. Mas nessa região, a empresa ainda aguarda investimentos do governo para retirar um pedral abaixo do rio.

O investimento foi alvo da abertura de uma licitação, há menos de dois meses, pela presidente Dilma Rousseff. Ela anunciou a licitação do derrocamento do Pedral do Lourenço, para possibilitar o funcionamento da Hidrovia Araguaia-Tocantins. O pedral é uma extensão de 43 quilômetros de rochas, próximos de Itupiranga, no sudeste do Pará, que impedem a navegação nos períodos de seca, o que inviabiliza a hidrovia.

A Hidrovias Brasil é controlada pelo P2 Brasil, uma associação do Pátria Investimentos e da Promon Engenharia.

Por: Fábio Pupo

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Instituto Edson Royer, Novo Progresso,


O instituto Edson Royer Executa um trabalho admirável em Novo Progresso.

Parabéns,Sara Royer e a toda sua equipe.




Exemplo de trabalho bem feito pela Sara Royer




















































































segunda-feira, 12 de maio de 2014

Pior quando este tratamento parte do poder executivo Municipal

Nosso futuro está em apostar em tecnologia e na diversidade.

Nas minhas andanças pelo Município, tenho me deparado com muitos problemas, muitas dificuldades, empecilhos para o crescimento das pessoas, mas também encontrei iniciativas e uma enorme variedade de produtos que podem ser transformadas em soluções para superar a pobreza e a desigualdade no dia em que decidimos ancorar nossa economia além do boi da madeira e da mineração.

As espécies florestais são tão variadas que até hoje não temos um catalogo completo de todas as espécies que por aqui florescem. Os animas, então nem se pode contar. Os peixes têm para todos os gostos. E nem falei das aves, dos pequenos insetos, dos minúsculos seres.

As pessoas do Novo Progresso descendem de muitas origens. Os sulistas trazidos pelos militares para ocupar a Cuiaba-Santarén , também ficaram. Os maranhenses nunca saíram do Pará. Os Goianos, os do Mato Grosso, Minas Gerais, Nordeste Brasileiro. Dizem até que quem vai ao Pará parou.

As conversas que tenho realizado estão firmando minha convicção de que o Novo Progresso é um local de oportunidades. É diverso em produtos e em pessoas. Nosso futuro está em apostar em tecnologia e nessa diversidade. A nossa localização privilegiada, os cursos de água rios de todos os tamanhos, nossas matas, variedades das nossas frutas, podem gerar muito emprego e renda, tenho confiança nisso.

De repente, quando pensava sobre as possibilidades de Novo Progresso, perguntei-me:
Porque o atual governo não investe nessas soluções? 
Eu não encontrei uma resposta convincente. Mas sei que os secretários da PMNP não são ligados aos setores produtivos.


A importância de Novo Progresso e as oportunidades para crescer que o nosso governante teima em não ver. Elas estão ai a espera de oportunidades que podem ser dadas se uma equipe de governo comprometida com o futuro, com a sustentabilidade e com o desenvolvimento das pessoas, estiver disposta a explorar todo este potencial. Eu acredito que é possível.

domingo, 11 de maio de 2014

CONCUBINATO MUNICIPAL

O NOVO PROGRESSO parece está com o padrão da atual de administração de concubinato Municipal (em comunhão de bens).

Os bens Públicos e Particulares promiscuídos.

Basicamente, ele propõe mais impostos para conseguir juntar dinheiro.

Na reprodução em forma de farsa, o planejamento foi alardeado na retórica e abandonado na prática. Nem se planejou, nem se reformou a administração, nem se buscaram alternativas para maior eficiência. Falar em produtividade do setor público foi estigmatizado. Escolheu-se como política a distribuição de postos a companheiros e aliados. Ao ocupar a Prefeitura o Prefeito prometeu cuidar da qualidade da gestão. Nunca deu um passo para isso. 

A farsa da repetição teve improvisação no lugar do planejamento, distribuição arbitrária de benefícios, excesso de gastos, promiscuidade e interferência desastrada nas secretarias, indicação de secretários completamente ineptos.

Há, no entanto, pelo menos uma boa notícia. Vai tratar nossa BOSTA.

O Prefeito de Novo Progresso recebera verbas num montante de R$ 9.124.266,00(Nove milhões, cento e vinte e quatro mil e duzentos e sessenta e seis reais) para esgotamento sanitário.

No Castelo de Sonhos,que nem prefeito tem, irá ser construído um Hospital para tratar pessoas.

Nessa quinta feira dia 08/05/2014, em Belém foi aberto os envelopes da Concorrência Publica Nº 05/2014. Sobre o edital do Hospital de Pequeno Porte em castelo de Sonhos.


sábado, 10 de maio de 2014

PARABÉNS A TODAS AS MÃES!


IBAMA REPERCUSSÃO



http://www.oimpacto.com.br/bocao/bocao-ed-988/

IBAMA REPERCUSSÃO

A matéria veiculada pelo Jornal O Impacto foi publicada pelo competente jornalista Carlos Mendes, no Diário do Pará e no Jornal a nível nacional, O Estado do São Paulo. A pedido do jornalista Carlos Mendes, nossa equipe vai elaborar nova matéria para ser publicada no Jornal Estado de São Paulo, no domingo. O Impacto é referência nacional.

IBAMA REPERCUSSÃO 2

Tomamos conhecimento que 180 processos sumiram do IBAMA. Prisões vão ocorrer e estão envolvidos servidores, empresários da Madeira e da soja. Muita coisa podre vai surgir. Minha fonte vai passar a relação e os nomes dos envolvidos.



Parabéns CASTELO!

"Preta" e o Governador do PARÁ


















Castelo que nem Prefeito tem consegue!

Parabéns CASTELO!

Construção do hospital de Castelo de Sonhos é realidade.

Nessa quinta feira dia 08/05/2014, em Belém foi aberto os envelopes da Concorrência Publica Nº 05/2014. Sobre o edital do Hospital de Pequeno Porte em castelo de Sonhos. E a empresa vencedora foi a IMPACTO. O vereador Aldo parabeniza os proprietários da referida empresa, senhora Nelci Rodrigus (PRETA ZAMIAN)e Jaime Zamian, por esta conquista.


Está construção do hospital é uma vitória de toda a população de Castelo de Sonhos e cachoeira da Serra, que a muitos anos almejam essa conquista. Agora vamos juntos ajudar a empresa IMPACTO nas cobranças nos cumprimentos da licitação junto ao governo do estado, para que esta empresa possa fazer esta constrição com a maior tranquilidade.

Por Assessoria.


Informativo vereador Aldo Boaventura PT.Altamira/PA.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Desmatamento na Floresta Nacional do Jamanxim, município de Novo Progresso/PA


















Desmatamento de 3 mil hectares é impedido pelo Ibama no Pará  
       
Belém (07/05/2014) – Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) localizaram e destruíram, na última sexta-feira (02), um acampamento na Floresta Nacional do Jamanxim, município de Novo Progresso/PA, com combustível e alimentos. O local estava preparado para manter trabalhadores na área, com o intuito de desmatar. A ação, que integra a operação Onda Verde, freou o desmatamento não autorizado de cerca de 3 mil hectares.

A estratégia do instituto é coibir a derrubada da floresta e não apenas constatá-la, focando em pequenos desmatamentos, que tendem a aumentar. De acordo com o responsável do Núcleo de Fiscalização da Superintendência do Ibama no Pará, Luciano Silva, trata-se de ações preventivas, em que são colocadas equipes em campo, feitas comparações de imagens com períodos anteriores, realizados vôos de monitoramento, entre outras frentes. “Nós temos que identificar as áreas antes que o desmatamento ocorra e retirar bens, combustível e qualquer outro objeto que viabilize a ocorrência do crime”, frisou.

Segundo o superintendente do Ibama no Pará, Hugo Américo Schaedler, não há um panorama real registrado pelos satélites durante os meses de novembro a maio do que está acontecendo em campo. “A nossa preocupação é que, como os índices não refletem a realidade, pela existência de alta cobertura de nuvens, haja um número de polígonos de desmatamento que as equipes não conseguiram localizar com os sobrevôos e incursões de campo. Contudo, ainda assim, esperamos que grande parte do que vai ser mostrado na primeira abertura de nuvens, o que permitirá ao satélite enviar imagens e ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais emitir os alertas, já tenha sido objeto de vistoria. Em função da experiência técnica, criam-se as rotas das ações e determina-se a fiscalização em locais de possíveis explorações ilegais, obtendo-se êxito”.


Onda Verde Com o intuito de reduzir os índices de desmatamento não autorizado, a operação Onda Verde, do Ibama, atua, desde 2013, com ações de fiscalização em áreas de expansão agropecuária e de supressão vegetal em locais de floresta, desarticulando acampamentos e inutilizando bens.

No Pará, as atividades se concentram no sudoeste do estado, nas áreas de influência do município de Novo Progresso, que compreende o município de Altamira e as localidades Moraes Almeida (Itaituba) e Castelo dos Sonhos.

A pobreza da riqueza

A pobreza da riqueza

Cristovam Buarque (*)

 Em raros países os ricos dispõem de tanta ostentação quanto no Brasil.
Apesar disso, os ricos brasileiros são pobres.

Quando viajam ao exterior, se tiverem um mínimo de informação, os ricos sabem que no hotel onde se hospedarão serão vistos como destruidores de florestas na Amazônia, usurpadores da maior concentração de renda no planeta, assassinos de crianças na Candelária, portadores de malária, dengue, verminose.
São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.


(*) Engenheiro mecânico, economista, educador, professor universitário e político . Atualmente é senador pelo PDT