terça-feira, 27 de maio de 2014

Banco da Amazônia financia toda a cadeia produtiva.






















Banco da Amazônia financia toda a cadeia produtiva.

Banco da Amazônia tem R$ 8,8 bilhões para o Norte do país

 “Financiamos projetos em toda a cadeia produtiva, do setor primário à tecnologia de ponta, assumindo iniciativas de maior risco, que, em uma análise pura de crédito, podem não ser aprovadas”, afirma o presidente do Basa, Valmir Pedro Rossi.
Neste ano, o Basa, responsável por 60,8% do volume de crédito de longo prazo fornecido pelos bancos no Norte do país, deverá liberar R$ 8,8 bilhões em financiamentos, volume 35,3% maior que o de 2013.
São ao todo mais de mil propostas em análise, com demandas dos mais variados setores, envolvendo empreendimentos de pequeno a grande porte. Em sua carteira de clientes, o banco destaca a presença na área de agricultura familiar, que deverá receber R$ 700 milhões neste ano, e nos segmentos de micro e pequena empresa e de empreendedor individual, para os quais serão destinados R$ 730 milhões em 2014.

A principal fonte dos recursos é o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), com R$ 5,4 bilhões no orçamento de 2014, provenientes do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Com prazos de até 20 anos, o FNO tem juros que variam de 5,30% a 12,36%, dependendo do porte da empresa tomadora de crédito, e é destinado a todos os setores. A instituição também é gestora de recursos do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), com R$ 500 milhões previstos para este ano; do BNDES, um volume de R$ 350 milhões; e do Fundo da Marinha Mercante, com R$ 350 milhões, além de gerir R$ 552 milhões em recursos próprios, entre outras modalidades com volumes menores.
Do orçamento total, R$ 1,6 bilhão ficam com a carteira comercial do banco. “Só faz sentido o governo pegar recursos do orçamento da União e repassá-los a taxas menores que as de mercado se isso trouxer benefícios para a sociedade.”
Segundo Rossi, para se ter uma ideia desses benefícios, com a concessão de R$ 4,7 bilhões do FNO, volume liberado em 2013, o impacto esperado na economia é de R$ 15,8 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB), de R$ 4,8 bilhões em tributos, de R$ 30,9 bilhões em Valor Bruto de Produção e de R$ 3,2 bilhões em salários, além de manutenção e criação de 725 mil postos de trabalho.
Rossi conta que a instituição, em parceria com governos estaduais, prefeituras, Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), desenvolve o programa FNO Itinerante, em que técnicos percorrem municípios para conhecer as necessidades e descobrir oportunidades de investimentos, principalmente nos locais de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
“Em maio do ano passado, atingimos a marca de 100% dos municípios com alguma operação de crédito”, afirma. “A fábrica de motocicletas da Zona Franca de Manaus é financiada pelo banco? Não. Mas quem produz o pneu para seus veículos é. A indústria de refrigerante é uma grande compradora de guaraná? Nós financiamos os produtores. Assim como podemos financiar hospitais, lojas ou shoppings em áreas urbanas que necessitam. São exemplos do trabalho que o banco tem desenvolvido”, afirma Rossi.

Por Maria Alice Rosa
Fonte: Valor Econômico 


domingo, 25 de maio de 2014

BR 163 BLOQUEADA

Hoje as 12 horas a BR 163 foi  bloqueada entre o distrito de Alvorada e Novo Progresso a 15 Km da sede do Município.O bloqueio é realizado pelo Povo Kayapó.

O trafego tem sido liberado a cada 12:00 horas

sábado, 24 de maio de 2014

BR 163 liberada

A Rodovia foi liberada após acordo e formação de uma comissão que irá a Brasília.
A liberação é até a terça feira próxima.



























O acordo foi negociado  junto com a Nelci Rodrigues o Superintendente do IBAMA no Pará Sr. Hugo A. Rubert Schaedler ,  na terça-feira haverá reunião  para discutir os problemas e abuso de autoridades por parte do IBAMA na região. Ficou decidido que formarão uma comissão entre representantes da Cachoeira da Serra e de Castelo de Sonhos, que irão para a reunião em Brasilia-DF.


A nossa situação em Novo Progresso poderia ser outra se aqui tivéssemos uma Nelci,PRETA do Castelo como é conhecida pelos amigos o nosso Prefeito se omite totalmente,ou é incapaz, de levar a frente as questões fundamentais para o Município.

BR 163 BLOQUEADA






















O bloqueio continua por tempo indeterminado,no período da madrugada das 01:00 as 05:00 o trafego foi liberado este fato deve se repetir diariamente.


"Atenção: ACABA DE SER INTERDITADA A BR 163 POR MADEIREIROS NAS PROXIMIDADES DE CACHOEIRA DA SERRA-PA, POR TEMPO INDETERMINADO".

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Rodovia BR 163 FECHADA

 Rodovia BR 163 FECHADA EM CACHOEIRA DA SERRA,  NOS DOIS SENTIDOS.
O bloqueio na rodovia será por tempo indeterminado e o trafego será liberada apenas a cada 12 horas.



A população de cachoeira da Serra e Castelo de Sonhos ,distrito de Altamira,revoltados a ação do IBAMA resolveram fechar a BR 163 por tempo indeterminado, ou até que sejam tomadas as devidas providencia pelos nossos "Governantes" no sentido de resolver esta questão. 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Novos estudos de impacto das usinas - Rio Madeira

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Especialistas vão debater sobre os novos estudos de impacto das usinas

Para discutir a necessidade de novos estudos de impacto ambiental das usinas hidrelétricas no rio Madeira após a cheia história de 2014, seis instituições vão realizar um debate na próxima terça-feira, 20 de maio, com especialistas de notório saber e especialidade, reconhecidos nacional e internacionalmente. A iniciativa de promover o debate é do Ministério Público Federal (MPF) e Estadual (MP/RO), das Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado (DPE) e da OAB, com apoio da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Os especialistas que participarão do debate são: Philip Martin Fearnside, Ph.D. em Ciências Biológicas pela University of Michigan (EUA), pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, cientista do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas e ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007; Célio Bermann, doutor em Engenharia Mecânica na área de Planejamento de Sistemas Energéticos pela FEM/Unicamp, professor-associado (livre docente) do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo e professor visitante da Universidade do Texas-Austin; e Edna Castro, doutora em Sociologia pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, em Paris, professora da Universidade Federal do Pará e diretora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos.

Programação

O debate faz parte de uma programação que começa na segunda-feira, 19 de maio, às 9 horas, com uma reunião entre os especialistas e representantes do MPF, MPE, DPU, DPE e OAB. No mesmo dia, às 14 horas, os especialistas visitarão as áreas afetadas pela enchente do rio Madeira e também pelos lagos das hidrelétricas.

Na terça-feira, haverá uma coletiva de imprensa às 9 horas, no MPE, em que os especialistas abordarão pontos de discussão envolvendo o papel das barragens na amplificação da cheia. Às 14 horas na OAB, será realizado o debate destinado ao público e que tratará sobre o modelo e a abrangência dos novos estudos de impacto das usinas após a cheia histórica do Madeira.

Segundo o procurador da República, Raphael Bevilaqua, essas atividades compõem um conjunto de esforços - incluindo medidas judiciais, extra-judiciais, aportes e avaliações técnicas - para a reparação dos danos sociais e ambientais vinculados à construção das usinas hidrelétricas no rio Madeira e agravados com a cheia histórica deste ano.

Ele acrescenta que o objetivo maior é prevenir novas ocorrências nessas magnitudes a partir da revisão das normativas técnicas, da fiscalização e monitoramento da vazão e nível de água do rio Madeira, associados ao modo de operação dos reservatórios de Santo Antônio e Jirau. “Essa reavaliação dos estudos de impacto é crucial para criarmos um novo marco no licenciamento ambiental brasileiro, tendo em vista especialmente os grandes projetos de infraestrutura na Amazônia”, disse.

Decisão liminar

Em 10 de março deste ano, MPF, MPE, DPU, DPE e OAB obtiveram uma decisão liminar favorável em ação civil pública contra o Ibama, a Energia Sustentável do Brasil (Usina de Jirau) e a Santo Antônio Energia (Usina de Santo Antônio). A pedido das instituições, a Justiça Federal determinou que as hidrelétricas do Madeira devem fazer novos estudos sobre os impactos de suas barragens. Estes novos estudos devem ser supervisionados pelo Ibama e todos os órgãos públicos responsáveis, como Iphan, Agência Nacional de Águas, DNIT, entre outros. Os estudos também devem ser acompanhados por engenheiros, agrônomos, geólogos, sociólogos e outros especialistas indicados pelas instituições e custeados pelos consórcios. Caso não cumpram a decisão, as licenças de operação das usinas podem ser suspensas pela Justiça Federal.

Por força da decisão liminar, as hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau foram obrigadas a atender imediatamente as necessidades básicas da população atingida pelas enchentes nas áreas anteriores às barragens, desembolsar recursos para proteção do patrimônio histórico identificado pelo Iphan e abrir rotas alternativas às vias interditadas nas proximidades de seus reservatórios.



Fonte: Ascom MPF

Schubert palestrante em ITAITUBA.


Superintendente do SEBRAE, Dr. Vilson João Schubert


























Encontro de Parlamentares da Transamazônica e Tapajós


Superintendente do SEBRAE, Dr. Vilson João Schubert palestrante em ITAITUBA.

Encontro de Parlamentares da Transamazônica e Tapajós, que aconteceu no município de Itaituba.


No encontro estiveram presentes os representantes legislativos dos municípios de Santarém, Rurópolis, Jacareacanga, Aveiro e Itaituba.

A União dos Vereadores do Brasil (UVB) promoveu  com o objetivo de unir, cada vez mais, os vereadores das duas regiões, e debater, principalmente sobre a questão da valorização dos trabalhos legislativos, além de instruir os parlamentares e fomentar a economia, como forma de contribuir para o desenvolvimento dos municípios.
O evento serviu, ainda, para a definição dos principais assuntos que servirão de pauta no Encontro Nacional de Parlamentares Municipais na Amazônia, que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 deste mês em Santarém, PA, e a Marcha dos Vereadores - Maior Encontro de Legislativos da América Latina, que ocorrerá nos dias 03, 04 e 05 de dezembro de 2014, em Brasília (DF).

Durante o encontro  foram proferidas palestras sobre Emenda Impositiva no Legislativo Municipal e A Importância do Poder Legislativo Municipal, ministradas pelo Superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Dr. Vilson João Schubert.

Ipê – o novo mogno

Ipê – o novo mogno

O grupo de espécies conhecidas como ipê tem sido considerado como o “novo mogno” por serem madeiras altamente procuradas e valorizadas no mercado, além de estarem sendo coletadas de forma muito semelhante. Uma árvore grande de ipê apresenta flores cor-de-rosa, roxas, amarelas ou brancas brilhantes em setembro – distinguindo-se do resto das outras árvores da época. É uma madeira valiosa e conhecida por sua durabilidade, força e resistência natural ao envelhecer.

O ipê cresce na Amazônia em uma área de dispersão, aparecendo, em média, uma árvore a cada dez hectares. Isto significa que grandes áreas de floresta precisam ser abertas para acessar esta espécie valiosa.

Ironicamente, o ipê é, sobretudo conhecido por ser uma árvore plantada em diversas cidades brasileiras. É considerada a“espécie típica do Brasil”, e parte integrante da história indígena como a madeira usada para a fabricação de arcos e flechas.

A casca do ipê também é conhecida por suas propriedades medicinais pelas indústrias farmacêuticas e pela medicina tradicional, além de ser usada como remédio para úlceras, câncer e artrite, entre outras doenças.

A madeira do ipê tem sido considerada a melhor opção para a produção de pavimentos comerciais e residenciais, frequentemente dada como uma alternativa “verde”, pois não requer tratamento com produtos químicos tóxicos. O ipê – também conhecido como noz brasileira ou lapacho – é vendido como deques e pisos. Nos Estados Unidos, é usado por muitos píeres icônicos e calçadões em lugares como Nova Jersey, Califórnia e Nova Iorque (incluindo a Ponte do Brooklyn). Na Europa, ele tem sido usado como pavimentos em edifícios importantes, incluindo o World Trade Center em Genebra e a Biblioteca Nacional de Paris (Bibliothèque François Mitterrand). No Brasil, o ipê é encontrado em muitas cidades e recentemente foi usado como piso na Biblioteca Presidencial do Palácio do Planalto. Mesmo deixando de lado o impacto da exploração madeireira ilegal, espécies de ipê estão em sério risco de sobre-exploração.

As empresas madeireiras têm permissão para derrubarem 90%das espécies de tamanho comercial já adulto, com um segundo corte permitida após 35 anos. No entanto, estima-se que, depois de uma derrubada inicial de 90% das espécies, levaria pelo menos 60 anos para uma única espécie (Handroanthus impetiginosus) recuperar os volumes comerciais nos níveis da pré-colheita.

O ipê é hoje a madeira tropical brasileira mais valiosa, e está entre as mais caras no mundo. Enquanto os volumes de ipê colhidos e exportados diminuíram nos últimos anos, o preço continua a aumentar – o que tem direcionado os madeireiros cada vez mais para dentro da floresta em busca dela.

Preços do ipê no início de 2014:

Painéis em toras (doméstico): US$ 169 por metro cúbico.
Madeira serrada (doméstico): US$ 859 por metro cúbico.
Madeira serrada (exportação, portos FOB Belém/Paranaguá): US$ 1.294 por metro cúbico. 
Produto de valor acrescentado-placas para deques (exportação, portos FOB Belém/Paranaguá): US$ 2.330 por metro cúbico.

O ipê atualmente é a mais valiosa espécie tropical brasileira e está entre as mais caras do mundo. Depois de ser beneficiada e exportada para a construção de deques, ela vale 13 vezes mais do que quando recém-cortada.


 DE: A crise silenciosa da Amazônia.

Antaq libera terminal da Hidrovias que podera receber cargas de Miritituba/PA

Antaq libera terminal da Hidrovias

A Hidrovias do Brasil recebeu autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para erguer seu primeiro terminal portuário no país. O empreendimento ficará no município de Barcarena, no Pará, e faz parte de um investimento total de R$ 1,3 bilhão da empresa no sistema logístico da região (o que inclui mais dois terminais e barcaças). Mas a companhia pode expandir sua atuação além do inicialmente planejado.

Bruno Serapião, presidente da Hidrovias do Brasil, diz que já tem a parte do capital próprio necessária para todo o programa de investimentos estabelecido originalmente. Esse montante responderá por até 40% do investimento previsto. O restante virá por meio de dívidas, a serem estruturadas pelo Banco do Brasil, contratado para cuidar da operação financeira.

O terminal que a companhia começa a erguer agora deve ficar pronto para operar durante a safra de 2016. O plano é receber cargas do Centro-Oeste, principalmente por rodovias. Ao chegarem a um terminal de Miritituba, no Pará (onde já há um terreno comprado, mas ainda sem a autorização necessária), as cargas dos caminhões são colocadas em barcaças. Depois, são encaminhadas até o terminal final de Vila do Conde, de onde são exportadas.

O plano é que as cargas dos clientes viagem em direção ao Norte, invertendo hoje o caminho feito pela produção agrícola do país. Atualmente, a maioria dos grãos produzidos vai por rodovias e ferrovias até os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).

O projeto terá capacidade para 4,4 milhões de toneladas ao ano, respondendo por cerca de 30% da demanda logística dos grãos calculada pela empresa. O objetivo é a movimentação e armazenagem de granel sólido (grãos vegetais, farelo e fertilizantes). A Hidrovias quer receber as cargas a partir de 2016 e diz já ter memorandos de entendimentos para transportar cargas para clientes.

O plano todo considera a duplicação da BR-163 até o Pará, trecho que o governo federal pretende conceder à iniciativa privada ainda neste ano. Na mesma região, também tem interesse o grupo Odebrecht. A companhia arrematou um trecho da BR-163, no Estado do Mato Grosso, e agora se prepara para aproveitar melhor o potencial logístico para escoamento de cargas pelo Norte do país, num plano semelhante ao da Hidrovias. Serapião evita comentar o interesse do grupo Odebrecht na mesma área de atuação. Afirma apenas que vai continuar a fazer os investimentos já previstos, conforme os planos.

Serapião diz ainda que a empresa pode buscar novas oportunidades de crescimento na região Norte e aumentar os investimentos a serem feito em relação ao que era previsto. Uma dessas possibilidades é disputar terminais portuários a serem licitados pelo governo federal na região.

Dos três terminais planejados pela Hidrovias, somente o terminal de uso privativo em Vila do Conde já tem autorização da Antaq. Outro, que na verdade é um terminal de transbordo de carga, fica em Miritituba. Haverá uma terceira unidade em Marabá. Mas nessa região, a empresa ainda aguarda investimentos do governo para retirar um pedral abaixo do rio.

O investimento foi alvo da abertura de uma licitação, há menos de dois meses, pela presidente Dilma Rousseff. Ela anunciou a licitação do derrocamento do Pedral do Lourenço, para possibilitar o funcionamento da Hidrovia Araguaia-Tocantins. O pedral é uma extensão de 43 quilômetros de rochas, próximos de Itupiranga, no sudeste do Pará, que impedem a navegação nos períodos de seca, o que inviabiliza a hidrovia.

A Hidrovias Brasil é controlada pelo P2 Brasil, uma associação do Pátria Investimentos e da Promon Engenharia.

Por: Fábio Pupo

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Instituto Edson Royer, Novo Progresso,


O instituto Edson Royer Executa um trabalho admirável em Novo Progresso.

Parabéns,Sara Royer e a toda sua equipe.




Exemplo de trabalho bem feito pela Sara Royer