quarta-feira, 31 de março de 2010

LUZ PARA TODOS

Foto: Dinha Flores
Aconteceu agora pela manhã na Secretaria Municipal de Agricultura a reunião mensal do Conselho Municipal de Agricultura de Novo Progresso. Estiveram presentes lideranças e moradores da Vicinal Celeste reivindicando obras do Projeto Luz para Todos do Governo Federal. A Prefeita Madalena Hoffmann explicou aos presentes que está trabalhando no sentido de articular com os setores competentes o atendimento desta demanda. Disse ainda que devido aos atos provocados por moradores da BR-163 no ano passado de derrubada de torres de transmissão de energia, a REDE CELPA decidiu por realizar o complemento do projeto interligando toda a linha à rede que vem do Mato Grosso, sanando com isso o problema. Assim, a obra que prevê energia para as Vicinais Celeste, Progresso, do Pimental e da Castanha será contemplada na Etapa 8 do processo. Novo Progresso ocupa a posição 46 no processo de execução das obras. Com essa reivindicação dos moradores, a prefeita informou que terá condições de pleitear agilidade no processo, alegando a pressão popular sobre o assunto.
Foto: Dinha Flores

Estiveram presentes à reunião também a Vereadora Sara Maria Royer, uma das pessoas que mais batalhou pelo Programa Luz para Todos em nossa região e o Vereador José Lazarin (Nego do Bento).
Foto: Dinha Flores
A Prefeita ainda informou que está prevista além da etapa 8 de ampliação do Programa, a etapa 9 que prevê a energização do Ramal do Sr. Claudionor Giust, Ramal da Sra. Márcia Pitta, Ramal do Sr. Ary e Ramal do Sr. Aquili Schier.

PORTO DA CARGILL: EIA-RIMA NA SEMA

Enfim, a Cargill protocolou junto à Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) o Eia-Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) referente ao terminal graneleiro que a multinacional construiu em Santarém.
De acordo com a lei ambiental paraense, a contar de ontem (30) a empresa tem 45 dias para solicitar da Sema a realização de audiência pública com propósito de debater os impactos ambientais do portO.

Blog do Jeso

JORNAL FOLHA DO OESTE


Ontem tive a grata satisfação de receber o Jornal Folha do Oeste onde fui escolhida para representar o Município de Novo Progresso numa homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Fiquei lisonjeada em estar entre mulheres tão importantes na nossa região e em nosso Estado, como é o caso da Governadora Ana Júlia Carepa. Fico feliz pois vejo o reconhecimento pelo trabalho que realizo aqui no blog. Muito obrigada ao Jornal e a todos os que gostam do blog e consequentemente de mim!

terça-feira, 30 de março de 2010

Pará terá a primeira fábrica de chocolates da Amazônia

Medicilândia, município localizado na região da Transamazônica, comportará a primeira fábrica de chocolate da Amazônia. O empreendimento já construído será agora equipado para funcionar a partir de setembro próximo deste ano. Em equipamentos serão investidos R$ 1 milhão, via convênio celebrado entre a Secretaria de Agricultura do Estado (Sagri) e a Fundação Viver Produzir Preservar (FVPP), proponente do projeto.
Os recursos são provenientes do Fundo de Amparo à Cacauicultura (Funcacau). A agroindústria tem capacidade para processar até 100 quilos de amêndoas por hora.
Responsável por 70% da produção de cacau do Brasil, a Transamazônica produz uma das melhores matérias prima do mundo com o melhor ponto de fusão para a fabricação do chocolate. Devido a excelência do produto, o cacau da região já conquistou o mercado internacional, especialmente pela modalidade produzida de forma ecologicamente correta.
A amêndoa orgânica da Transamazônica serve aos paladares requintados do mercado europeu, uma fábrica de chocolates da Áustria processa o produto e transforma em chocolates finos.
No Brasil um dos principais importadores do cacau orgânico é a empresa de cosméticos Natura. A comercialização começou ainda em 2008 quando foram vendidas as primeiras 50 toneladas de amêndoas. Neste no a expectativa de exportação tanto para o mercado nacional quanto para o internacional deve chegar a 80 toneladas.
Produtividade - O Pará, segundo maior produtor brasileiro de cacau, perdendo apenas para a Bahia, busca em cinco anos atingir o primeiro lugar no ranking nacional. Em 2009 a produção do estado chegou a 56 mil toneladas, um crescimento de 20% nos últimos três anos.
Com uma área plantada de 69 mil hectares o Pará expande a lavoura anualmente com o plantio de 10 mil novas hectares. Em todo o estado onze mil famílias estão envolvidas na atividade cacaueira, sete mil só na Transamazônica.
Darcírio Wronski é presidente da Associação de Produtores de Orgânicos da Transamazônica. Recém chegado de um intercâmbio na Alemanha ele conta que se sentiu maravilhado de ver o cacau produzido na propriedade dele em Medicilandia,- uma das primeiras certificadas pelo mercado internacional - se transformar em um requintado chocolate." Produzimos aqui um dos melhores produtos para a industria chocolateira do mundo", garantiu o cacauicultor.

Agência Pará

Plebiscitos de Carajás e Tapajós em pauta

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta semana os pedidos de urgência para os plebiscitos sobre a criação dos estados de Tapajós (PDC 731/00) e de Carajás (PDC 2300/09).
Segundo o deputado Nilson Pinto divulgou em seu blog, se forem aprovados, os projetos que autorizam o plebiscito serão considerados urgentes e poderão ser votados rapidamente. “O projeto não prevê a divisão do Estado, somente autoriza a consulta à população paraense”, ressaltou.

Amazônia.org/Diário do Pará

Pará recebe obras estratégicas do PAC II

O Estado do Pará foi favoravelmente um dos mais beneficiados com o anúncio das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), lançado no final da amanhã desta segunda-feira (29).
Cerca de 10 mil projetos a serem contemplados, sendo que 441 já foram selecionados, muitos deles do Pará a exemplo dos cinco aproveitamentos hidrelétricos do Complexo Tapajós; a adequação da PA-150 no trecho Marabá-Redenção que agora se transforma em BR-155; o projeto do novo aeroporto de Santarém; a hidrovia Marabá/Imperatriz e 18 terminais hidroviários.
O PAC II contempla investimentos que 960 bilhões que serão aplicados no período de 2011 a 2014 em grandes projetos de infraestrutura distribuídos em seis eixos: Cidade Melhor, Comunidade Cidadã, Minha Casa Minha Vida, Água e Luz para Todos, Transportes e Energia. Os estados e municípios terão até o mês de junho para enviar seus projetos à coordenação do PAC II e aos ministérios respectivos.
Meio ambiente - Com Erenice Guerra e com a secretária Executiva do Ministério do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, a governadora Ana Júlia discutiu a possibilidade de incluir nas operações de combates aos crimes ambientais, desenvolvida no âmbito da Operação Arco de Fogo, ações que levem àquela atividade autuada, à regularização ambiental, como por exemplo o ingresso no Cadastro Ambiental Rural, o compromisso de fazer a recuperação ou compensação do dano causado, dentre outros.
Com o MMA a governadora despachou o pleito da prefeita de Novo Progresso, Madalena Hoffmann, que em audiência com Ana Júlia em Itaituba no último dia, pediu a revisão da área destinada à Floresta Nacional do Jamanxim.A nova fase do programa prevê investimentos de R$ 1,59 trilhão, dos quais R$ 958,9 bilhões devem ser gastos de 2011 a 2014. Os R$ 631,6 restantes estão previsto para depois de 2014.
A maior parte dos investimentos vai para a energia (R$ 1,092 trilhão). Apenas com petróleo e gás estão previstos gastos de R$ 879 bilhões, e para geração de energia elétrica, R$ 136,6 bilhões. A exploração e produção do pré-sal terá R$125,7 bilhões, dos quais R$ 64,5 bilhões de 2011 a 2014 e R$ 61,2 bilhões a partir de 2014. Esses valores vão financiar avaliações nas seguintes áreas: Tupi, Nordeste, Carioca e Iracema. O início de produção está previsto para Guará, Iara, piloto de Tupi e Baleia Azul
Serão compradas 28 sondas para exploração e perfuração em águas profundas FPSO.
A previsão do PAC 2 para saneamento é de R$ 22,1 bilhões. Para prevenção em áreas de risco a previsão é de R$ 11 bilhões e para mobilidade urbana, R$ 18 bilhões. Para pavimentação, estão previstos R$ 6 bilhões. O total desses investimentos é de R$ 57,1 bilhões. Entre as diretrizes previstas no programa, estão a situação da coleta e tratamento de esgotos, com redes coletoras, estações elevatórias, interceptores e estações de tratamento, além da ampliação do tratamento de resíduos sólidos, como aterros sanitários e modernização tecnológica.

Agência Pará de Notícias

PONTO FACULTATIVO NA PREFEITURA DE NOVO PROGRESSO

O horário de atendimento da Prefeitura de Novo Progresso nesta quarta-feira, dia 31 de abril será até às 12h. Quinta-feira, dia 01 de abril de 2010 foi decretado ponto facultativo nas repartições públicas de Novo Progresso. Os serviços essenciais continuarão atendendo normalmente.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Plebiscito no Pará

Os projetos que preveem um plebiscito para ouvir os paraenses sobre a criação dos estados do Carajás e do Tapajós pode ir hoje à votação. O líder do PR, deputado Sandro Mabel (GO), confirmou ontem que os dois projetos de decreto legislativo (731/00 e 2300/09), do Senado, estão entre as prioridades da pauta do Plenário para as próximas duas semanas. A informação foi dada ontem ao fim da reunião dos líderes partidários com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).
Ele ressaltou, no entanto, que a lista inclui vários projetos com temas complexos, como o que libera a exploração de bingos, o que tipifica a discriminação contra as mulheres como crime e o que fixa em 30 horas a carga de trabalho semanal de enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras. Durante a reunião, os líderes também avaliaram que não haverá obstrução na votação da medida provisória 473/09, que abre crédito extraordinário de R$ 742 milhões para enfrentar problemas causados pela seca no Nordeste.
Manifestantes de vários segmentos ficaram a frente da sala da presidência durante a reunião na expectativa de pressionar os líderes a incluir os temas de seus interesses na pauta. Representando o movimento separatista, cerca de 60 pessoas dos municípios que pleiteiam a emancipação da região do Tapajós estiveram presentes. Eles prometem retornar hoje para que a promessa de prioridade na pauta seja atendida. Do outro lado, o deputado antisseparatista Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) afirmou que iria tentar barrar o pedido de urgência da proposta plebiscitária. Ao mesmo tempo disse que mobiliza o maior número de deputados para, caso vá à votação, os projetos serem rejeitados. Para a derrota dos projetos, ele conta com a mobilização da Frente Parlamentar Contra a Criação de Novos Estados, constituída por 272 deputados.

Amazônia.org/O Liberal

Macrozoneamento dividirá Amazônia em dez áreas

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) apresentou ontem (25) a proposta de macrozoneamento da Amazônia Legal. Para realizá-la, pretende dividir a região em dez áreas principais, sendo que cada uma delas terá uma estratégia própria de preservação e desenvolvimento econômico. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
O documento, que em dez dias deve ser transformado em decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passará a ser uma diretriz para qualquer tipo de ação territorial, econômica (pública e privada) e ambiental nos Estados da região Norte, no Mato Grosso e em parte do Maranhão. Para que funcione de fato, o plano exigirá a colaboração de Estados e municípios.
Cada área delimitada pela proposta possui uma característica e terá uma estratégia. A primeira, chamada de "coração florestal", abrange quase a totalidade dos Estados do Acre e do Amazonas, além de trechos de Pará, Amapá e Roraima. O objetivo é manter essa região quase integralmente protegida, já que abriga a maior porção de florestas intocadas. Nessa área, será limitada a criação de novos assentamentos rurais.
Uma das zonas criadas deverá servir como um "cinturão verde" para proteger o avanço da soja e da pecuária na floresta e, para isso, será priorizada a criação de unidades de conservação. Essa área, chamada "contenção de frentes de expansão", abrange o sul do Amazonas e o centro-sul paraense. A região norte do Mato Grosso passa a se chamar "diversificação da fronteira agroflorestal e pecuária", e terá como foco a implantação de uma indústria sustentável de madeira e incentivos à expansão da agricultura em pastagens degradadas.

Amazônia.org

Mais 22 municípios podem deixar lista de campeões de desmatamento

A lista de municípios vilões do desmatamento da Amazônia, que ontem (24) diminuiu com a saída de Paragominas (PA), deve ficar menor na próxima atualização. O governo registrou redução no desmatamento em 38 das 43 cidades do ranking.
Na contramão da queda do desmate está o município de Novo Progresso (PA), único da lista em que a derrubada aumentou entre 2008 e 2009. Em Altamira (PA) e Amarante (MA) o desmate ficou estável: não houve redução, mas os satélites também não registraram avanço das motosserras. Não foi possível comparar dados de dois municípios: Brasil Novo (PA) e Mucajaí (RR)
Dos 42 municípios que permanecem na lista, 22 conseguiram reduzir o desmatamento para menos de 40 quilômetros quadrados em 2009, uma das exigências para deixar o rol de devastadores. No entanto, as cidades não conseguiram alcançar o Cadastramento Ambiental Rural (CAR) de pelo menos 80% das propriedades.
O CAR fornece informações sobre o tamanho e o mapeamento da vegetação das propriedades, facilitando a identificação de quem está respeitando as regras ambientais, como a manutenção da reserva legal, por exemplo.
De acordo com a representante nacional da organização The Nature Conservancy (TNC), Ana Cristina Barros, os municípios têm dificuldades técnicas em implementar a ferramenta. “Algumas vezes os prefeitos lideram a iniciativa, outras vezes os empresários e os produtores rurais. Todos têm que ser parte do processo”, afirmou.
A TNC atuou em Paragominas e tem projetos em mais quatro municípios para acelerar a implementação do cadastro ambiental.
Para acelerar o cadastro, o governo assinou um total de R$ 37 milhões em convênios com a TNC, prefeituras e estados. Parte dos recursos virá do governo da Noruega e do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7).
Segundo Ana Cristina, o cadastramento viabiliza o cumprimento do Código Florestal pelos proprietários rurais. “O CAR mostra que é possível conservar. Ajuda a dar objetividade, porque mostra as propriedades, faz uma mapeamento do que se pode fazer. E a partir daí é possível dar escala.”
Uma nova versão do ranking de desmatadores só será divulgada em 2011. Nos municípios listados fica proibida a autorização para qualquer novo desmatamento e os produtores rurais estão sujeitos às restrições de crédito agrícola impostas pelo Conselho Monetário Nacional a quem tem irregularidades ambientais.
Confira a lista do 42 municípios que mais desmataram a Amazônia (em ordem alfabética)
Alta Floresta (MT) *
Altamira (PA)
Amarante do Maranhão (MA)
Aripuanã (MT)
Brasil Novo (PA)
Brasnorte (MT) *
Colniza (MT)
Confresa (MT) *
Cotriguaçu (MT) *
Cumaru do Norte (PA) *
Dom Eliseu (PA)
Feliz Natal (MT)
Gaúcha do Norte (MT)
Itupiranga (PA)
Juara (MT) *
Juína (MT) *
Lábrea (AM) *
Machadinho D'Oeste (RO) *
Marabá (PA)
Marcelândia (MT)
Mucajaí (RR)
Nova Bandeirantes (MT)
Nova Mamoré (RO) *
Nova Maringá (MT) *
Nova Ubiratã (MT) *
Novo Progresso (PA)
Novo Repartimento (PA)
Pacajá (PA)
Paranaíta (MT) *
Peixoto de Azevedo (MT) *
Pimenta Bueno (RO) *
Porto dos Gaúchos (MT) *
Porto Velho (RO)
Querência (MT) *
Rondon do Pará (PA) *
Santa Maria das Barreiras (PA) *
Santana do Araguaia (PA) *
São Félix do Araguaia (MT)
São Félix do Xingu (PA)
Tailândia (PA) *
Ulianópolis (PA)
Vila Rica (MT) *
* Municípios que conseguiram reduzir o desmatamento para menos de 40 km² em 2009.

Amazônia.org/Agência Brasil