“Quando um pássaro está vivo, ele come as formigas, mas
quando ele morre, são as formigas que o comem. Tempo e circunstâncias podem
mudar a qualquer minuto. Por isso, não desvalorize ou machuque ninguém e
nenhuma coisa à sua volta.Você pode ter poder hoje, mas lembre-se: O tempo é
muito mais poderoso que qualquer um de nós! Saiba que uma árvore faz um milhão
de fósforos, mas basta um fósforo para queimar milhões de árvores.”
quarta-feira, 19 de junho de 2013
O Pará lidera o ranking nacional, com 41% do total desmatado.
A Amazônia registrou alta de 89% no desmatamento acumulado entre agosto de 2012 e maio de 2013 se comparado com o mesmo período anterior, passando de 873 quilômetros quadrados para 1.654.
Dados do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) divulgados
nesta semana pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)
confirmam a tendência de alta no desmatamento.
Considerando o desmatamento acumulado nos dez meses do
calendário atual de monitoramento (agosto de 2012 a maio de 2013), o Pará
lidera o ranking nacional, com 41% do total desmatado, seguido por Mato Grosso,
com 32%.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Achei que não viveria para ver a geração Facebook nas RUAS! #VemPraRuaBrasil
Achei que não viveria para ver a geração Facebook nas RUAS! #VemPraRuaBrasil
![]() |
| GABY AMARANTOS NO MOVIMENTO |
segunda-feira, 17 de junho de 2013
surucucu pico-de-jaca
Rafael Ferreira
13 de Junho de 2013
13 de Junho de 2013
A surucucu (Lachesis muta) é a maior serpente venenosa do
hemisfério ocidental e uma das maiores do mundo, podendo atingir até 4,5m de
comprimento e suas presas medem 3,5cm. Pode ser encontrada em toda a América do
Sul (incluindo a ilha de Trinidad, na República de Trinidad e Tobago).
No Brasil, habita florestas densas, principalmente na Amazônia, mas há
registros de sua presença em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica dos
estados do nordeste, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
A vocação para mito está até em seu nome científico, Lachesis muta: Lachesis é
uma referência, uma das Moiras, as três irmãs da mitológia gregas
que decidiam o destino dos seres humanos e deuses. Muta ("muda"
em latim) faz referência à vibração da sua cauda que, similar à da cascavel, se
diferencia por não ter ruído.
Ainda é conhecida por outros nomes, a depender do local: shushúpe (Peru),pucarara (Bolivia), cuaima (Venezuela), verrugoso (Colômbia) e in makka sneki ou makkaslang (Suriname).
Aqui, atende por surucucu pico-de-jaca, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo e cobra-topete.
Ainda é conhecida por outros nomes, a depender do local: shushúpe (Peru),pucarara (Bolivia), cuaima (Venezuela), verrugoso (Colômbia) e in makka sneki ou makkaslang (Suriname).
Aqui, atende por surucucu pico-de-jaca, surucutinga, surucucutinga, surucucu-de-fogo e cobra-topete.
Sua cabeça é larga, se distinguindo do pescoço estreito. O focinho é
arredondado. Seu corpo é marrom e marcado com formas losangos marrom-escuros,
revestidos por faixas esverdeadas. Sua cauda não tem guizos, como a cascavel, mas
quando esfregada contra a folhagem, um pequeno osso que possui no extremo da
cauda produz um som. A surucucu dá sinal de que está incomodada: de
comportamento agressivo, não aprecia invasores em seu território.
Um animal de hábitos noturnos, se alimenta de pequenos animais e roedores. L.
muta é capaz de identificar os animais que caça pelo calor, seguindo o seu
rastro térmico. Este acurado sensor de calor é a membrana que reveste
internamente as fossetas loreais (orifícios entre as narinas e os olhos). A
espécie se reproduz entre os meses de outubro e março. o período de incubação
dos ovos é de 76 a 79 dias (em cativeiro).
A Lachesis muta é comum nas suas áreas de ocorrência. Em
contrapartida, a Lachesis muta rhombeata, uma subespécie endêmica da Mata
Atlântica, caracterizada pelo corpo amarelo com desenhos negros, está ameaçada
de extinção. A queda populacional desta subespécie se deve à redução e
fragmentação do seu habitat em razão do desflorestamento. Ela está classificada
como Vulnerável na Lista Vermelha daInternational
Union for Conservation of Nature and Natural Resources (IUCN).
VEJA MAIS EM:
domingo, 16 de junho de 2013
“Onde tem justiça, tem espaço para todos”
O nosso drama diário vivido por todos, pecuaristas, madeireiros, comerciantes e garimpeiros que tem suas propriedades e atividades na região de Novo Progresso tem responsável e solução.
A história da Amazônia revela que a nossa região ficou
à margem do Estado Brasileiro.
O Governo é o responsável, pela sua ausência histórica em
nossa região.
É necessário produzir para conservar!
É necessário produzir para conservar!
A solução é Política.
Política Municipal.
Política Estadual.
Política Federal.
A política precisa de interlocutor político capaz.
A política precisa de interlocutor político capaz.
O MPF(Ministério Publico Federal) deve ser o caminho para
intermediar esta solução.
sábado, 15 de junho de 2013
Amazônia,Pará,Tapajós,Santarém.............Amo!
FEIRA SANTARENA
Minha terra tem patchuli
Que perfuma o ar e a cunhantã.
Bolas sei fazer de cernambi.
E farinha? Só “Cucurunã”!
ESTRIBILHO
Eis aí por que te quero bem,
Flor do Tapajós, ó Santarém!
Temos açaí, maracujá,
Manga, muruci, abio, caju,
Ananás, mari, taperebá,
Ata, sapoti, cupuaçu.
O que vou dizer do pajurá,
Fruta boa que só existe aqui,
E da especial curimatã,
Peixe inda melhor que o tambaqui?
Ó gigante azul, meu Tapajós!
Amazonas, és fenomenal!
Cobra Grande vai boiar, feroz:
Ninguém deve ir lá no aningal.
Pra dar sorte, hein? Muiraquitã!
Eu já comprei um e tenho fé.
E se diz também que é talismã
Ver Uirapuru; não sei se é.
Boto grande eu vi matar de arpão,
Mas o principal soube depois:
Olho dele é bom, é sensação
Pra atrair mulher... Me arruma dois!
Se você estiver com bem calor,
Pode conseguir, pra se abanar,
Ventarolas mil, de toda cor!
Venha a Santarém, pois vai gostar!
Emir Bemerguy, 15/06/1967.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
A área de influência de Novo Progresso responde por cerca de 70% de todo o desmatamento no Pará.
A
área de influência de Novo Progresso responde por cerca de 70% de todo o
desmatamento no Pará. Dos 42,9 mil hectares de alertas de desmates no estado,
sinalizados pelo sistema Deter entre agosto de 2012 e abril de 2013, mais de
30,1 mil hectares de florestas foram destruídos nessa região.
Com o inicio da Operação Hileia Pátria, que atuará em conjunto com a Operação Onda
Verde, executada no estado desde fevereiro, o efetivo de homens em ação na maior frente de desmatamento no Pará dobrou nesta
quarta-feira.
Além
da segurança,
o Exército vai apoiar o Ibama na retirada dos bens apreendidos nas
fiscalizações. Os militares enviarão à rodovia BR-163 máquinas e equipamentos
para reforçar a logística de retirada de tratores, caminhões,
retroescavadeiras hidráulicas usadas em garimpos ilegais e madeira irregular.
Veja também:
O desmatamento no Pará cresceu 144% em um ano.
Será que estamos preparados?
A primeira leva da Hileia Pátria trouxe 46 agentes do Ibama,
60 homens do Exército Brasileiro, 10 da Força Nacional, oito da Policia Militar
do Pará e dois do Sistema de Proteção da Amazônia. O reforço se soma a mais de
uma dezena de agentes da Onda Verde em atuação.
No que tange ao Ministério da Defesa o Exército Brasileiro
prestara apoio logístico, de inteligência, de comunicações e de instrução em
ações de proteção ambiental, ao Ministério do Meio Ambiente, inclusive de
caráter sigiloso, no âmbito da Operação Hileia Pátria, que visa conter o
desmatamento e outros ilícitos ambientais na região amazônica e em seu entorno.
Coordenado
pelo Ibama, o novo efetivo será envolvido, principalmente, na montagem de duas
bases fixas de fiscalização em áreas críticas de desmatamento. Uma em Trairão e
outra em Castelo dos Sonhos,
com objetivo de reprimir novas derrubadas nas florestas ao longo da rodovia
BR-163 (Cuiabá-Santarém).
“Grande parte dos
alertas de desmates está surgindo nestes distritos por conta da especulação em
terras públicas. Esse crescimento exigiu mais logística para a apreensão e
retirada de bens utilizados nos crimes contra o meio ambiente. Esperamos
aumentar as apreensões e descapitalizar os infratores".
Paulo Maués(chefe da
Fiscalização do IBAMA no Pará)
Veja também:
O desmatamento no Pará cresceu 144% em um ano.
O desmatamento na Amazônia cresceu 88% em um ano.
Clique no link abaixo.
http://dinhaflores.blogspot.com.br/2013/05/o-desmatamento-no-para-cresceu-144-em_24.html
Assinar:
Postagens (Atom)















