segunda-feira, 30 de junho de 2014

IBAMA VOLTA A FUNCIONAR EM SANTARÉM

Após dois meses de paralisação, Ibama reinicia atendimentos em Santarém nesta segunda 
























O IBAMA em Santarém estava fechado para atendimento ao público desde 29 de abril . A medida cumpriu determinação judicial para a investigação de possíveis irregularidades, como favorecimento de empresas madeireiras.
Um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal foi cumprido por agentes da Polícia Federal para impedir a manipulação de documentos que estão sendo objeto da investigação, que corre em segredo de Justiça.

Receita planeja reabrir agência em Novo Progresso

 Do  blog do JESO, o mais lido da Amazônia:
http://www.jesocarneiro.com.br/ 



Receita planeja abrir agência em Novo Progresso

Lourdes TavaresEstá nos planos da delegacia da RFB (Receita Federal do Brasil) em Santarém a reativação da agência, ainda para este ano, do órgão na cidade de Novo Progresso, às margens da BR-163 (Santarém-Cuiabá).
A informação é da nº 1 da RFB na região, Lourdes Tavares (foto), na visita de cortesia que ela fez ao QG do blog há pouco, acompanhada pelo também servidor federal (analista tributário) Jairo Oliveira.
A delegada adiantou, inclusive, que já tem gente da RFB escalada para dirigir a agência.

Quem ganha e perde com o progresso.

 Do  blog do JESO, o mais lido da Amazônia:
http://www.jesocarneiro.com.br/ 

Quem ganha e perde com o progresso de Santarém
 por Edilberto Sena (*)
As estratégias dos grupos forasteiros que chegam à região do Tapajós e em Santarém em especial, para se apossar das riquezas e dos bens locais é induzir os moradores das comunidades a acreditar que o progresso vai trazer desenvolvimento, melhoria de vida, empregos e renda para as famílias.

Assim tem feito o grupo chamado Diálogos Tapajós, em Itaituba, Pimental e vizinhanças, em vista da construção das hidrelétricas do belo rio. Assim também está fazendo uma representante de uma das empresas que pretende construir portos graneleiros no bairro Área Verde em Santarém.
A didática dos grupos enganadores é semelhante.
Dizem que as obras serão feitas de qualquer jeito, tanto as hidrelétricas quanto os portos. Assim também, recentemente, uma porta voz da multinacional Cargill foi até à Câmara de Vereadores para garantir que a empresa vai ampliar sua produção de grãos para 5 milhões de toneladas ano e que isso vai gerar empregos, renda e desenvolvimento para a região.
As promessas são sempre semelhantes – são irreversíveis, vão gerar empregos, renda e desenvolvimento.
Os precursores das grandes obras chamam as comunidades para reuniões dizendo que são consultas populares, pedem assinaturas de presença, ouvem os questionamentos de moradores, respondem com evasivas umas, outras dizem que não é de sua alçada. E assim, ao final, garantem que as comunidades foram consultadas.
Durante as conversa persuasivas, uns estimulam os moradores a se cadastrarem para serem compensados quando as desgraças chegarem. Outros logo afirmam que obras públicas não são de responsabilidade das empresas, mas dos governantes.
No caso específico dos portos graneleiros do bairro Área Verde, a porta voz da empresa afirma que, não se pode reclamar nada, porque no plano diretor do município aquela área é portuária. Não interessa se ali pessoas ocuparam e construíram casas. Os que tiverem por acaso título de propriedade serão indenizados de acordo, caso não o tenham, serão indenizados apenas das benfeitorias.
O que está por trás desse progresso apelidado de desenvolvimento é que para as empresas e o poder público o que interessa é a exploração das riquezas da região para crescimento econômico das empresas, do município e do país.
O triste dessa situação é que a maioria da população se conforma com essa invasão de soberania e dignidade. Ao ponto que um morador do bairro conclui que não podemos impedir o progresso, afinal, Santarém não pode parar.
Outro fica aborrecido com esses questionamentos e pergunta se queremos voltar ao tempo da lamparina e do atraso de 50 anos atrás?
Um deputado federal da região do Tapajós afirma publicamente que não podemos impedir o governo federal de construir hidrelétricas no Tapajós, por que o país precisa de energia e que o governo tem força maior para executar.
Outro deputado federal da região de Altamira afirma que as hidrelétricas são necessárias e não irão causar tantos danos sociais e ambientais. São essas as lideranças políticas da nossa região. Com tais “amigos”, os povos do Tapajós não precisam de inimigos.
Pensando bem, que benefícios terão os moradores dos bairros Área Verde, Pérola do Maicá, Jaderlândia, Diamantino e outros que não possuem documento de propriedade porque o poder público nunca se preocupou de legalizar as áreas?
Que benefícios terá a cidade de Santarém com as centenas de carretas e caminhões baú entrando a cada instante na cidade por ruas que são as mesmas de dez anos atrás?
Progresso é uma coisa, serve para poucos. Mas desenvolvimento é outra coisa, que inclui educação de qualidade para a maioria, saúde de qualidade para a maioria, empregos com bons salários para a maioria, e água limpa e encanada, esgotos e tratamento de lixo adequado para a maioria etc. Isso as hidrelétricas não trarão.
Belo Monte que o diga. Portos graneleiros não trarão, a Cargill que o diga.
Só oportunistas é que defendem o progresso que está chegando a Santarém.
- – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – -
* Santareno, é padre diocesano. É coordenador da Comissão Justiça e Paz da Diocese de Santarém. Escreve regularmente no blog do JESO.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O que fazem............

Aumentar o número de produtos e produtores fomentando uma política de desenvolvimento econômico voltada para a diversificação da base produtiva – socialmente justa, ambientalmente adequada à floresta amazônica e capaz de incentivar o produtor– necessitará de uma máquina pública moderna, eficiente e econômica.

A atual configuração dos órgãos públicos do Município é um impeditivo para o crescimento que o Município tanto precisa. Prestar um serviço público profissional e de qualidade é uma exigência do povo. Isso não significa que temos um bom serviço público para a população. Ao contrário, pagamos mal aos servidores de carreira e nossas secretarias estão sucateadas, são lentas e quase nunca estão onde o povo precisa.

Esses órgãos não têm um organograma eficiente e nem plano de carreiras que valorize os servidores efetivos. Em cada um deles temos excesso de empregados sem que se tenha coragem de por a mão no suspiro por onde escapa o dinheiro público.

Apenas para exemplificar, vamos ao caso da agricultura. Neste setor, temos a SAGRI (Secretaria de Agricultura). O que fazem. Em alguns casos, o Município finge que paga e o servidor finge que trabalha. A Secretaria de indústria e comercio o que faz e as outras Secretarias..............o que fazem.


Nada de criação de programas paralelos ou de entrega de serviços públicos essenciais para grupos econômicos aliados. A reforma administrativa em busca de uma máquina pública eficiente e moderna se impõe como uma das medias de urgência para superar a pobreza e as desigualdades estimulando aqui, o desenvolvimento com sustentabilidade.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Ser apenas estúpido!

Ser apenas estúpido!


E é esta miserável gente que se diz democrata, republicana e respeitadora das leis e dos regimes democráticos.

sábado, 21 de junho de 2014

Mato Grosso terá, no futuro, quatro ferrovias para escoamento da safra agrícola do Estado.

O senador licenciado Blairo Maggi (PR), sócio do Grupo Amaggi, está articulando junto com as multinacionais Bunge, Cargill e Dreyfus, para que Mato Grosso tenha, no futuro, quatro ferrovias para escoamento da safra agrícola do Estado.




















A proposta está sendo apresentada ao governo federal e prevê mudanças substanciais ao que fora projetado até agora. Caso a empreitada tenha êxito, as regiões Norte, Sul, Leste e Oeste mato-grossense passariam a ter linha férrea para dar vazão à safra agrícola.

Conforme Blairo Maggi, a proposta consiste em colocar uma ferrovia ligando Sinop – no Nortão - ao Porto de Miritituba, em Itaituba (PA), outra conectando Sapezal – no Oeste – a Porto Velho (RO) e uma terceira criando um caminho entre Água Boa – no Araguaia – até a Ferrovia Norte-Sul, em Goiás. Junto com a Ferronorte, em Rondonópolis, essa malha ferroviária atenderia “os quatro cantos” de Mato Grosso.

Nesse cenário, a Ferrovia da Integração do Centro-Oeste (Fico) não iria mais a Lucas do Rio Verde (350 km de Cuiabá). O governo federal está preparando o edital para concessão da Fico, mas ainda não o lançou. “Seriam três ramais de ferrovias indo em direção aos rios do Norte. Em vez de termos uma linha vindo Leste-Oeste, teríamos três subindo, mais a ALL embaixo. Mato Grosso sairia por quatro ferrovias, em direção a dois rios amazônicos, São Luiz do Maranhão e Santos”, disse Maggi, ao Globo Rural.

O senador garantiu que as empresas proponentes (Amaggi, Bunge, Cargill e Dreyfus) têm interesse nos projetos. Somente no trecho entre Sinop e Miritituba seriam investidos R$ 6 bilhões. “Seria neste modelo que o Governo Federal está propondo hoje. O Estado financiar este pacote de investimento, depois ter outro operador independente. E tem empresas ávidas por este investimento”, comentou Blairo.

Um grupo de representantes das multinacionais esteve junto com Blairo, esta semana, no Ministério dos Transportes, apresentando a ideia. Conforme o senador licenciado, o governo federal deve lançar este projeto e serão feitos estudos de implantação das ferrovias. A primeira delas seria Sinop-Miritituba, paralela à BR-163. “Nós contratamos uma empresa que realizou estudos que mostram ser muito clara a competitividade desta linha, que sai da região produtora de grãos, chega à hidrovia e, de lá, vai para o navio. É algo muito competitivo”, pontuou.

Maggi finalizou a entrevista afirmando que o governo está muito interessado. “Há uma decisão do governo em fazer e se houver, do outro lado, empresas que possam liderar estes investimentos, eu não tenho dúvida alguma de que faremos isso muito rápido. Isso não significa que quem está à frente, provocando, seja o tomador, o investidor do processo. Eu penso até que virão outros investidores, uma vez que a carga estará disponível. Ora, se você tem carga, você tem quem vai pagar a conta. É uma questão de administração e de planejamento”.


Fonte: Olhar  Direto

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CORRUPCÃO

Clique  na imagem para ampliar

domingo, 15 de junho de 2014

Vencedor nacional do premio Sebrae Prefeito Empreendedor.























Vencedor nacional do premio Sebrae Prefeito Empreendedor.


O prefeito de Paragominas Paulo Tocantins foi o vencedor nacional do premio Sebrae Prefeito Empreendedor, na categoria melhor projeto por região, com o case Municípios Verdes. Foram mais de 1300 municípios concorrendo com projetos, 123 selecionados e 12 premiados, sendo Paragominas o único da região norte.


sábado, 14 de junho de 2014

Delicias Santarenas - Restaurante Piracema

Pirarucu à Pavulagem 

 Sobremesa:Bolo de chocolate  com sorvete de tapioca